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Multimídia & Neurociência: A Química da Paixão

em 4 de dezembro de 2010

Olá queridos leitores!! Andei um pouco sumida deste blog por conta dos milhares de trabalhos e provas. Fim de semestre é sempre uma loucura e eu fiquei sem tempo para publicações. Estou cheia de trabalhos prontos para serem publicados por aqui. Desta vez, resolvi treinar a partir de uma pesquisa que eu fiz sobre o processo químico [louco] que nossa mente e por consequência, nosso corpo sofre quando estamos apaixonados. Confesso que aprendi muito com esta pesquisa, passei a refletir sobre várias questões e principalmente comecei a entender mais o universo dos apaixonados para que eu não os critique mais, pois trata-se de alterações significativas em toda a estrutura psíquica, emocional e biológica. O corpo humano é cheio de processos químicos, mas talvez seja este o mais intrigante ao meu ver, pois essas alterações são drásticas a ponto de causar diversas atitudes e comportamentos estranhos em nós, inclusive fiquei de certa forma preocupada com o que aprendi, já que por trás da paixão obsessiva existem doenças graves de caráter psiquiátrico, tais como psicoses. Como tudo na vida tem que haver uma limitação, com a paixão não é diferente. Abordarei o lado ‘tenso’ da paixão, mas nem por isso é pra deixar de se apaixonar viu?! Paixão é boa, promove bem estar, felicidade desde que haja cuidado com os limites. Caso não gostem do que está escrito aqui, o espaço está aberto a críticas desde que haja respeito, beleza? P.S.: Se gostou comenta e se não gostou comenta também!

O PROCESSO QUÍMICO DA PAIXÃO

Segundo a neurociência, quando nos apaixonamos, nosso corpo e principalmente nosso cérebro passa por processos químicos que provocam as mais diversas sensações, inclusive alterações em nosso comportamento. São os chamados efeitos neuroquímicos que nos fazem agir de forma louca, como se estivéssemos sob efeito de drogas, tais como dopamina, oxitocina, vasopressina e feniletilamina.   Não se sabe quando e nem onde pode acontecer, numa praça, na escola, na igreja, numa festa. Não interessa. É só os olhos se tocarem que o processo começa a acontecer. Eles se olham, como se pudessem se comunicar pelo olhar, daí vem a ansiedade. As mãos começam a suar, a boca se enche de saliva. Em casa, deitado na cama, o pensamento não para, vem a insônia, falta de apetite e a vontade de não fazer nada toma conta, falta de concentração, o rendimento cai. Parece sintoma de doença. O coração fica acelerado,as mãos tremem, a face fica ruborizada e vem uma euforia desenfreada. Eita! O primeiro encontro! Os lábios ressecam e ficam em chamas, o peito fica em desespero. Depois do primeiro beijo, hum… os seios incham e o pênis aumenta de tamanho. O mundo lá fora não representa mais nada, pensamentos confusos e o corpo parece não dar conta de se sustentar. Mas além disso, não é só de bem estar que a paixão se caracteriza. A paixão atrai a fantasia e consequentemente atrai a desorientação visual, perda de memória, depressão – o choro vem quase que a todo instante, não se sabe o porque e nem pra quê; desespero em estar com a pessoa amada, preocupação excessiva, 30 ligações em menos de um dia; obsessão, se for fã de futebol esquece o dia do jogo; se for fã de shopping, abandona as compras; frio constante, borboletas no estômago, dores estomacais que simulam crises de gastrite; sensação de onipotência, alucinações, vaidade extrema, torna-se sedutor para com o outro; perde o senso crítico, a individualidade, identidade e o poder do raciocínio. Só os apaixonados, ou aqueles que já se apaixonaram um dia irão saber o que é esta sensação de bem estar, de instabilidade emocional, calmante e libertadora. Felizes são aqueles que se permitem amar, ser feliz e ser amado.

Sobre a Química da Paixão, é interessante ler também:

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2 respostas para “Multimídia & Neurociência: A Química da Paixão

  1. […] This post was mentioned on Twitter by Marcia Ceschini and Myla Connor, Myla Connor. Myla Connor said: Multimídia & Neurociência: A Química da Paixão: http://wp.me/pPgUQ-4b […]

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