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Cinema: Uma análise crítica sobre o quarto poder

em 16 de março de 2011

Uma análise sobre o filme de Costa-Gravas e a imprensa contemporânea, manipuladora, sensacionalista e tendenciosa.

Em alusão aos outros três poderes, legislativo, judiciário e executivo, está a mídia situada de forma livre como o quarto poder.

O filme de Costa-Gravas, inaugura o gênero político ao tratar a imprensa e nos fazer refletir a respeito do papel que ela impõe sobre formação de opinião, imagem e sensacionalismo. Um ambiente que ilustra o que é o jornalismo tendencioso e as conseqüentes derrapadas dos profissionais da área, por questões diversas, entre elas a ética para se obter audiência e fama, ou seja, a imprensa mostra-se de forma suja onde não importa quem será atingido com determinada notícia, o que importa é justamente o que se ganha para satisfazer a vontade de superiores ou interesses de editores e da própria indústria inóspita que é a televisão. Mostrar aquilo que interessa mostrar mesmo que não seja absolutamente a verdade, ou mesmo aquilo que me interessa mostrar, de forma alienante, suja e, sobretudo, completamente fabricada.

A televisão fica como na antiguidade, sobrepõe-se a imagem das arenas de gladiadores no Coliseu, na Roma, o espetáculo verdadeiramente de pão e circo. Mostrar aquilo que o povo quer ver, diminuindo a mentalidade e o pensamento crítico, alienando e criando indivíduos desinformados mesmo em tempos de comunicação instantânea.

Traz à rica reflexão sobre a liberdade de expressão, e até que ponto o jornalista pode ou não mostrar o fato nu e cru, além de estender a discussão sobre a nossa sociedade midiática puramente hipócrita, mercenária e sensacionalista, ou seja, trata com tanta profundidade que nos leva a uma reflexão de até que ponto, nós como telespectadores, nos deixamos levar e que peso tem o papel da imprensa em nossas vidas.

Para ilustrar o raciocínio, em nosso estado temos um clássico caso de perseguição à liberdade de expressão. O jornalista paraense Lúcio Flávio Pinto, foi condenado por fazer o jornalismo de forma verdadeira e por esse motivo, sofreu ameaças e responde por processos e há 17 anos vem sofrendo perseguições de representantes de grandes veículos de comunicação da região. O questionamento que fica é justamente, até quando jornalistas serão punidos, processados e mortos por mostrar a verdade ao povo? Está mais do que na hora da imprensa limpar-se e até quando, nós seremos enganados e manipulados pela mídia golpista e sensacionalista? E até onde vai a realidade e a mentira?Como identificá-los? Atentar contra a verdade e a falta de ética é atentar contra a cidadania, cabe a nós, espectadores, ter um pouco mais de senso crítico para saber identificar aquilo que é “verdade” daquilo que não é. Viva os blogs da esquerda suja, como convencionou a se chamar a blogosfera de esquerda que dá a cara a tapa e mostra o que acontece de verdade, sem mentiras ou máscaras ou mesmo interesses que desrespeitem o povo.

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Uma resposta para “Cinema: Uma análise crítica sobre o quarto poder

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