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MDA destaca práticas sustentáveis da agricultura familiar na Rio+20

Ministério do Desenvolvimento Agrário promete ressaltar a importância da agricultura familiar durante a Conferência das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável

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Esta será a principal contribuição do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) para a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio + 20, que ocorre de 13 a 22 de junho, na cidade do Rio de Janeiro (RJ). A pasta marca presença em importantes áreas do evento: no Espaço Brasil — que vai apresentar as políticas públicas brasileiras voltadas à sustentabilidade – e na Arena Socioambiental — focada em debates sobre o tema com a participação da sociedade civil organizada. A Praça da Sociobiodiversidade é outro espaço que terá a presença do MDA que está apoiando a exposição de produtos diversos da agricultura familiar, como os tapetes de sisal do bioma Caatinga, o suco de bergamota orgânico do bioma Mata Atlântica e as castanhas do Brasil do bioma Amazônia.

Em uma área de 540 metros quadrados, na Praça da Sociobiodiversidade serão expostos produtos de 23 empreendimentos familiares originários dos biomas da Caatinga, Cerrado, Amazônia e Mata Atlântica. Também haverá a exposição da produção do projeto Talentos do Brasil, com suas roupas e acessórios confeccionados pelas mãos de trabalhadoras rurais. Os participantes da Rio+20 terão, assim, a oportunidade de conhecer e comprar alimentos, artesanatos, cosméticos e roupas produzidos por agricultores familiares de cerca de 20 estados brasileiros.

“Teremos uma mostra bem rica dos produtos dos nossos principais biomas, produtos com grande potencial de consumo – seja por suas qualidades nutricionais, medicinais, seja pelo sabor, características muito específicas – principalmente porque demonstram a capacidade de gerar renda preservando, usando com sustentabilidade a mega biodiversidade que o Brasil tem e o conhecimento tradicional do nosso país”, diz Arnoldo de Campos, diretor do Departamento de Geração de Renda e Agregação de Valor da Secretaria da Agricultura Familiar do MDA. “Estamos promovendo a geração de renda com a floresta em pé, a partir de produtos que são feitos por comunidades rurais e oriundos da nossa biodiversidade”, afirma Campos.

“A Rio + 20 é uma oportunidade única para que a comunidade internacional volte a atenção para a centralidade da agricultura familiar em relação à agenda do desenvolvimento sustentável. A agricultura familiar, como modo de produção agrícola e estilo de vida, é a única que dialoga com as três dimensões deste modelo: a social, com a geração de emprego; a ambiental, por ser a cultura que mais preserva os recursos naturais; e a econômica, com a geração de renda e dinamização dos mercados locais”, aponta Francesco Pierri, chefe da Assessoria para Assuntos Internacionais e de Promoção Comercial do MDA.

No Espaço Brasil, em frente ao RioCentro, o Governo Federal apresentará as políticas brasileiras em consonância com a sociobiodiversidade, entre elas as implantadas pelo MDA. “A importância será a de apresentar, de maneira unificada e coordenada, a evolução do Brasil no aspecto do desenvolvimento sustentável, tema geral da conferência, que envolve as vertentes econômica, social e ambiental, tendo como referência temporal a Rio-92, evidenciando o caminho percorrido até o estágio atual e destacando os desafios para os próximos anos”, explica Mônica Zerbinato, coordenadora da Unidade de Sustentabilidade da Agência Brasileira de Promoção de Exportação e Investimentos (Apex-Brasil), responsável pela organização do espaço.

Na Arena Socioambiental, no aterro do Flamengo, o MDA participa de debates a fim de promover a agricultura familiar e os principais programas da pasta. No local, será realizada a Cúpula dos Povos – espaço destinado à discussão do Governo Federal com os movimentos sociais — ao todo, serão 14 dias de debates. Além disso, será montado um Café (lanchonete) na Arena, onde a maior parte da alimentação oferecida será oriunda da agricultura familiar.

Preparação
Em abril deste ano, o MDA organizou, em parceria com o Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA), o Congresso Virtual Internacional Economia Verde e Inclusão Socioprodutiva: o papel da agricultura familiar. O encontro reuniu especialistas de diversas áreas e representantes da sociedade civil para discutir questões que serão destaques na Rio + 20. As palestras foram focadas em três eixos: desenvolvimento rural sustentável, soberania alimentar e recursos naturais, produção e consumo responsáveis. Após as exposições, os internautas fizeram perguntas aos palestrantes. Durante os 21 dias de congresso, foram registrados mais de 5,5 mil acessos.  As contribuições, que serão consolidadas em um informe técnico que o MDA e o IICA , serão apresentas na Conferência das Nações Unidas, em junho.

Rio + 20
A Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, será realizada de 13 a 22 de junho de 2012, na cidade do Rio de Janeiro. O evento marca os vinte anos de realização da Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento (Rio-92) e visa contribuir para definir a agenda do desenvolvimento sustentável para as próximas décadas. O objetivo principal é reafirmar o compromisso político com o desenvolvimento sustentável, por meio da avaliação do progresso e das lacunas na implementação das decisões adotadas pelas principais cúpulas sobre o assunto e do tratamento de temas novos e emergentes.

A Conferência terá dois temas centrais a economia verde no contexto do desenvolvimento sustentável e da erradicação da pobreza e a estrutura institucional para o desenvolvimento sustentável. A Rio + 20 é a quarta Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável. As três anteriores foram a de Estocolmo, em 1972, a Rio 92, em 1992 e a Rio+10 realizada em 2002, na África do Sul.

Publicado originalmente no site do Ministério do Desenvolvimento Agrário.

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Rio +20: A Conferência das Nações sobre Desenvolvimento Sustentável

O desafio de transformar ideias em soluções práticas no que tange o Desenvolvimento Sustentável e encontrar um consenso sobre os mais diversos assuntos e interesses. Esse é o principal objetivo da Carta da Amazônia, documento a ser apresentado durante a Conferência das Nações sobre Desenvolvimento Sustentável, a tão comentada Rio mais 20.

As discussões sobre o teor do que será apresentado no evento, ocorrerão entre os dias 13 e 22 de junho na cidade do Rio de Janeiro. Estas propostas contemplam temas pertinentes ao desenvolvimento da região, representada pelos estados de Amapá, Amazonas, Roraima, Acre, Rondônia, Tocantins, Maranhão e Pará, onde paralelamente serão pautadas sob a visão das chamadas “economia verde” e “institucionalidade global”.
Traçar metas para o desenvolvimento sustentável será um dos principais focos da programação da Rio +20, bem como captar formas e visões diferentes e sugestões de ações práticas para consolidar as mudanças necessárias, objetivando fazer ideias se tornarem realidade.
Para Justiniano Netto, secretário extraordinário do Programa Municípios Verdes, deve tornar-se a prioridade máxima a contemplação das questões que envolvem os serviços ambientais e a “herança verde” deixada pelos projetos instalados na Amazônia, notadamente nos setores de mineração a energia.
Sem dúvidas, a maior contribuição que devemos deixar às próximas gerações é justamente a conscientização da preservação do meio ambiente, dos recursos naturais, assim, preservando a própria humanidade, afinal, sem nossas ações e ideias novas será difícil modificar as projeções negativas que envolvem as questões naturais. Mudar a forma de pensar, requer atitude e coerência e o momento de promover isso é agora.
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Multinews Divulga: Carta do Seminário Regulação da Comunicação Pública

Via Barão de Itararé

O Seminário Internacional “Regulação da Comunicação Pública” – promovido pela Frente Parlamentar pela Liberdade de Expressão e o Direito à Comunicação com Participação Popular (Frentecom), em parceria com a Secretaria de Comunicação Social da Câmara, aconteceu entre os dias 21 e 23 de março, em Brasília.

Como resultado dos trabalhos, foi publicada uma carta final com os encaminhamentos do Seminário. Confira o documento na íntegra:

Manifesto – Por uma regulação democrática para a comunicação pública

Nós, representantes de emissoras públicas, educativas, culturais, legislativas, universitárias e comunitárias, organizações da sociedade civil e movimentos sociais, presentes no Seminário Internacional de Regulação da Comunicação Pública, promovido pela Frente Parlamentar pela Liberdade de Expressão e o Direito à Comunicação com Participação Popular (Frentecom) e pela Secretaria de Comunicação da Câmara dos Deputados, afirmamos nossa posição a respeito da importância da comunicação pública e da centralidade do processo de revisão do Marco Regulatório das comunicações. Nesse sentido, reiteramos:

1. A comunicação pública é o espaço da diversidade, pluralidade e do exercício do direito à comunicação, meio de afirmação da soberania nacional e instrumento estratégico para a construção de uma cidadania participativa que se apresente como alternativa política, cultural e informativa à comunicação comercial;

2. O campo público de comunicação deve ser entendido como aquele que engloba emissoras federais, estaduais, municipais, educativas, universitárias, legislativas e comunitárias;

3. O Estado deve cumprir papel de indutor e executor das políticas para a comunicação pública, garantindo, inclusive, os recursos necessários à sua existência;

4. O debate da regulação deve se pautar no fortalecimento dos meios públicos, na garantia de uma gestão democrática e transparente, com participação social, e na criação das condições para a efetiva realização da complementaridade entre os sistemas público, privado e estatal, prevista no Art.223 da Constituição Federal;

5. A regulação da comunicação pública é uma parte do necessário processo de atualização do Marco Regulatório das comunicações no Brasil, que deve garantir a máxima participação social, a isonomia entre os setores interessados e o real empenho dos poderes públicos, em especial do Executivo, na concretização dos debates.

6.  Dando continuidade ao processo iniciado nos Fóruns Nacionais das TVs e Rádios Públicas e na 1ª Conferência Nacional de Comunicação, é necessário avançar na formulação de propostas e na organização deste campo para garantir seus interesses na proposta de regulação. Para isso, apontamos para a realização do I Fórum Nacional do Campo Público de Comunicação.

Além disso, as entidades signatárias deste documento apresentam as seguintes propostas para o novo Marco Regulatório das Comunicações, como contribuição ao debate:

1.Conceitos, outorgas, espectro e complementariedade •Regulamentação do Art.223 da Constituição Federal, que garanta a independência das emissoras do campo público frente aos governos, com a criação de espaços de participação da sociedade civil em sua gestão a partir da eleição de seus membros de forma pública e democrática; •Garantia de reserva de espectro eletromagnético para as emissoras do campo público de rádio e televisão; •Apoio à criação da Rede Nacional de Rádios Públicas; •Fortalecimento das rádios comunitárias, com ampliação de potência, aumento de canais por cidades, garantia de financiamento e autonomia e fim da criminalização dos radialistas comunitários; •Inclusão e garantia das TVs comunitárias no processo de regulamentação do Canal da Cidadania; •Substituição imediata da regulação atual da radiodifusão comunitária por um novo arcabouço legal que trate o setor em condições de igualdade com as demais emissoras do campo público;

2.Gestão, participação e controle social •Instalação de mecanismos de participação social (audiências e consultas) na gestão de emissoras do campo público, resguardadas as características de cada segmento; •Instalação, nas emissoras do campo público, de Conselhos Curadores com indicação democrática de seus membros e mandatos assegurados; •Instalação imediata do Conselho de Comunicação Social do Congresso Nacional; •Criação de um Conselho Nacional de Comunicação, com caráter deliberativo, participação democrática e indicação direta pela sociedade de seus membros;

3.Gestão, financiamento e autonomia •Implantação de Fundo Público para financiar o campo público de comunicação, composto por recursos da Contribuição para o Fomento da Radiodifusão Pública e por novas fontes, como a taxação das emissoras comerciais e de aparelhos de TV; •O disciplinamento do uso dos recursos da Contribuição para o Fomento da Radiodifusão Pública não destinados à EBC; •Adoção de política de destinação de percentual dos recursos da publicidade de governo e empresas estatais para as emissoras do campo público; •Que as televisões e rádios comunitárias e universitárias possam receber recursos de publicidade de governo e empresas estatais; •Adoção de política de programa de crédito dos bancos estatais aos segmentos do campo público, com o objetivo de viabilizar infraestrutura a estas emissoras; •Que parte do Fundo Setorial do Audiovisual, gerenciado pela Ancine, seja destinado ao fomento da produção independente em parceria com as emissoras públicas de rádio e televisão;

4.Conteúdo e diversidade •Contemplar toda a diversidade cultural, étnica e racial, geracional, regional, de gênero e de orientação sexual da sociedade brasileira na programação, gestão e produção das emissoras públicas; •Aumento da programação regional e independente em todas as emissoras públicas, com o estabelecimento de percentuais mínimos, tendo como referência os patamares definidos pela Lei 12.485/11; •Consolidar e ampliar as plataformas de intercâmbio de conteúdo entre emissoras do campo público; •Tratamento diferenciado do campo público na cobrança da CONDECINE – Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional;

5.Distribuição de sinal / Operador de Rede •Que a construção de um projeto de plataforma única de Operador de Rede Digital seja baseado no diálogo com os segmentos do campo público, nas esferas federal, estadual e municipal; •Garantia de recursos públicos para a implantação do Operador de Rede visando construir uma rede que assegure a digitalização das emissoras do campo público e a oferta de conteúdos da comunicação pública nas plataformas convergentes; •Garantia do carregamento dos canais do campo público pelas operadoras de SEAC; •Participação do campo público na definição do modelo de digitalização das rádios, considerando as particularidades dos diversos segmentos;

6.Acessibilidade, interatividade e convergência •Que os serviços nas plataformas convergentes e interativas possibilitem o acesso da população a serviços públicos de governo eletrônico e privilegie a utilização com finalidades informativa, educativa, artística e cultural; •Que o governo assuma uma política pública de promoção do acesso da população aos conversores de TV Digital interativos a preços populares, como foi feito por outros países, para concluir com eficácia a transição do sistema analógico para o sistema digital;

ENCAMINHAMENTOS •Criação do GT para organização do I Fórum Nacional do Campo Público de Comunicação; •Que o campo público participe e se envolva na Campanha pela Liberdade de Expressão e um Novo Marco Regulatório das Comunicações iniciada pelo FNDC; •Solicitar uma audiência com o Ministro das Comunicações, Presidência da Anatel, Ministra da Secretaria de Comunicação da Presidência da República, Presidência da EBC, Presidência da Câmara dos Deputados e Presidência do Senado Federal; •Formar uma delegação para conhecer as experiências regulatórias de Portugal e México;

MOÇÕES
•Classificação Indicativa Os presentes no Seminário Internacional de Regulação da Comunicação Pública aprovam moção de apoio à política de Classificação Indicativa em prática pelo Ministério da Justiça. Avaliamos ser fundamental a manutenção das sanções previstas no Estatuto da Criança e Adolescente, que estão sendo questionadas pelo Partido Trabalhista Brasileiro e pelas emissoras privadas de rádio e TV. A Classificação Indicativa é uma regulação praticada em todas as grandes democracias do mundo e não representa, de forma alguma, censura e tampouco tutela do Estado sobre a família. Assim, solicitamos que os ministros do Supremo Tribunal Federal avaliem na votação do processo a necessidade de priorizar a defesa de crianças e adolescentes no nosso país. APROVADA POR UNANIMIDADE.

•Lei 12.485/11 As organizações reunidas no Seminário Internacional de Regulação da Comunicação Pública manifestam-se por unanimidade em defesa da Lei 12485, que trata do SEAC – Serviço de Acesso Condicionado – nova lei da TV por Assinatura. Fruto de anos de discussão da sociedade brasileira, a Lei 12.485 é a primeira iniciativa aprovada pelo Congresso Nacional e sancionada pelo Poder Executivo que atende a determinações legais previstas no artigo 221, do Capítulo da Comunicação Social, da Constituição Federal. A principal conquista da lei é o dispositivo de cotas de conteúdo nacional de 3h30 por semana – metade dos quais produzida por produtora independente – de veiculação obrigatória apenas nos canais de espaço qualificado que transmitem em seu horário nobre, filmes, séries, documentários, animações. Infelizmente, a cota está sendo questionada judicialmente por empresas estrangeiras, de inegável poder econômico, que ingressaram com Ação Direta de Inconstitucionalidade, apresentada pelo Partido Democratas a pedido da operadora Sky, contra a lei. A garantia de espaço qualificado para veiculação de produtos brasileiros, ainda que inicialmente pequena, é um instrumento efetivo de diversificação dos conteúdos e de estímulo econômico à cadeia produtiva do audiovisual brasileiro. Neste sentido, apresentamos a proposta de que as emissoras do campo público de comunicação, mostrando sua vocação para a diversidade e pluralidade, também cumpram as cotas como estabelecidas na lei 12.485. Apesar de definir regras para o serviço de televisão pago e, portanto, não se aplicar ao serviço de radiodifusão aberta, os conceitos e parâmetros definidos por esta lei e pela sua regulamentação serão, sem dúvida, considerados para o debate do novo marco regulatório das comunicações. Por tudo isso, reiteramos nosso apoio a imediata a aplicação da lei 12.485. APROVADA POR UNANIMIDADE.

•Programação religiosa na EBC Os presentes no Seminário Internacional de Regulação da Comunicação Pública aprovam moção de apoio ao Conselho Curador da Empresa Brasil de Comunicação na definição da política de veiculação de conteúdo religioso nas emissoras públicas federais. Em um Estado republicano e laico é fundamental o respeito à livre liberdade de crença e descrença de toda a população, não sendo constitucional o privilégio a alguma religião específica. Assim, avaliamos que a religião deve ser tratada na comunicação pública como fenômeno cultural da sociedade brasileira, não devendo ter espaços para proselitismo de nenhum campo. APROVADA POR UNANIMIDADE.

•TV Cultura As organizações presentes no Seminário Internacional Regulação da Comunicação Pública se manifestam em defesa da Rádio e da TV Cultura de São Paulo, que se consolidaram historicamente como uma alternativa aos meios de comunicação privados e que se constituem em um patrimônio da população paulista. Contudo, nos últimos anos, a TV e as Rádios Cultura estão passando por um processo de desmonte e privatização, com a degradação de seu caráter público. Programas estão sendo extintos, o quadro funcional está sendo dilapidado, com mais de mil demissões, e recentemente a Fundação Padre Anchieta entregou, sem critérios públicos, de horários na programação para meios de comunicação privados, como a Folha de S.Paulo. Não podemos deixar esse patrimônio do povo de São Paulo ser dilapidado, vítima de sucateamento promovido por sucessivas gestões sem compromisso com o interesse público. APROVADA POR UNANIMIDADE.

•Anistia aos radiodifusores comunitários Os presentes no Seminário Internacional de Regulação da Comunicação Pública aprovam moção de apoio a anistia dos radiodifusores comunitários criminalizados pelo Estado brasileiro pelo seu livre exercício da liberdade de expressão e do direito à comunicação. É inadmissível a forma com que a Anatel e o Ministério das Comunicações tratam as rádios comunitárias no país, que atenta contra os direitos humanos consolidados pela Constituição Federal e por tratados internacionais. A repressão às rádios comunitárias utiliza dispositivos legais da época da ditadura militar, que não deveriam estar em uso nos dias atuais. Que o novo Marco Regulatório descriminalize os radiodifusores comunitários e permita a ampliação do acesso, do alcance, do número de canais disponíveis, do financiamento e da autonomia destas emissoras. APROVADA POR UNANIMIDADE.

•Radialistas Nós, representantes dos radialistas do serviço público, através dos seus Sindicatos, Federações e Conselheiros representantes, exigimos o cumprimento e aplicação da Lei 6.615 e o Decreto 84.134/79, que regula a profissão do radialista e regulamenta todas as empresas de radiodifusão, bem como protege a organização dos trabalhadores frente às suas entidades representativas. Exigimos também que esses profissionais de rádios e televisões educativas e públicas sejam valorizados em suas carreiras, em frente de trabalho e tenham remuneração justa. APROVADA POR UNANIMIDADE.

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III Mesa Redonda do Grupo @rpmanaus está chegando! “O Papel do comunicador em meios de conflitos sociais”

Atualmente, existe uma parcialidade entre o comunicador versus a opinião pública. Baseado nisso, o Grupo RP Manaus, responsável por promover ações voltadas para comunicação social, marketing e empreendedorismo, promoverá a III Mesa redonda, abordando o tema “O Papel do comunicador em meios de conflitos sociais”, que tem como objetivo discutir de uma forma sadia sobre os conflitos através dos meios de comunicação. A mídia exerce um controle único sobre a sociedade, passando a interferir decisivamente na construção da opinião pública, mas até que ponto a mídia influencia nossas vidas? É importante questionarmos a força da comunicação como influência das atitudes da massa popular a qual atinge. A opinião pública não é inteiramente livre, pois depende dos temas valorizados pela mídia para estruturar seu comportamento, e mais especificamente para construir imagens sobre determinados assuntos ou produtos. Os meios de comunicação colaboram na construção de ideias e sugestões de cultura e na valorização da identidade, mas também acarretam noções de alienação e distanciamento da realidade em que vivem, resultando-se num processo dialético.

O evento acontecerá no dia 04 de abril, às 19 horas, no Espaço Thiago de Mello, Livraria Saraiva do Manauara Shopping, voltado para estudantes, pesquisadores, professores, empresários de diversas áreas e a sociedade em geral interessada pelo tema em questão. A entrada é franca e o evento oferecerá certificação de atividade complementar de 04 horas.                       As inscrições podem ser feitas através do blog www.rpmanaus.com. Para mais informações, entre em contato com Ana Clarissa Cavalcante, pelo número (92) 8257-7624.

Palestrantes: 

Felipe Libório – Estudante de Jornalismo e diretor de Comunicação da AIESEC em Manaus.

Inara Costa – Relações-públicas, docente da Universidade Federal do Amazonas, integrante do Grupo de Pesquisa Interfaces e voluntária da ABRH- Amazonas.

Ygor Olinto e Jefferson Coronel – Participação Especial

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Para quem quiser relembrar os outros eventos realizados pelo RP MANAUS, seguem os links

“Mesa Redonda: Revolução das Redes Digitais: Do mIRC ao Facebook.” Blog RP Manaus

II Mesa Redonda “Empreendedorismo Digital a Nova Era do Empreendedor” no Versatil RP

Fonte: Organização

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Multinews: Manoel Marcondes Neto(@MarcondesNeto2) comemora 30 anos de carreira lançando livro, website e vídeo sobre Relações Públicas.

Formado em Relações Públicas pelo Instituto de Psicologia e Comunicação Social da UERJ (22/01/1982), professor há 27 anos na mesma universidade e com uma experiência executiva em organizações como Laboratórios Farmos-Delagrange, Methodos Consultores, República Produções, Universidade Gama Filho, Arthur Andersen, Andersen Consulting, McCormack & Dodge e Accenture, o autor resolveu oferecer ao público em geral, fora da esfera acadêmica, uma visão prática das situações em que as técnicas de relações públicas são úteis e podem geram resultados, com vistas a uma comunicação mais efetiva, transparente e alinhada ao marketing.
Relações Públicas ao alcance de todos

 

A ideia, contudo, nasceu de um compromisso acadêmico, quando das discussões, no âmbito do Sistema CONFERP-CONRERP, das novas diretrizes para o ensino de Relações Públicas. Manoel Marcondes Neto, contando com colegas da área, principalmente Alexandre Coimbra, Heloiza Reis, Marcelo Ficher e Renato Möller, preparou um ensaio e uma apresentação que deram origem a um modelo didático-compreensivo que denominou “os 4 R das Relações Públicas”, numa analogia aos conhecidos 4 P do composto de Marketing (Produto-Preço-Praça-Promoção).
Reconhecimento-Relacionamento-Relevância-Reputação

 

A partir de sólidos conhecimentos na área – o autor é doutor em RP pela ECA/USP, justamente na linha de pesquisa “Relações Públicas: Políticas e Processos” – Manoel Marcondes Neto organizou um modelo que congrega, sob quatro instâncias-macro, os 4 R (Reconhecimento, Relacionamento, Relevância e Reputação), todas as 16 táticas que podem ser empreendidas para a obtenção do que denomina “Relações Públicas Plenas” – meta de toda e qualquer política de comunicação, de empresa grande, média ou pequena, de órgãos de estado a organizações da sociedade civil, e mesmo de indivíduos – pessoas físicas preocupadas em construir, manter, enfim, deixar uma marca.
Livro, website, vídeo… e parcerias
O novo site já estava nos planos há muito tempo – o domínio “rrpp.com.br” foi registrado em 2006 –, quando convidou colegas da profissão, do mercado e da academia, para participar com contribuições na forma de artigos. A Conceito Comunicação Integrada, do jornalista Luis Monteiro, desenvolveu o projeto e o Cannal Z, o vídeo – um resumo do composto de relações públicas –, que teve a participação especial de Ciro Bottini.
“O livro é baseado no ensaio, mas sem jargão acadêmico”, diz, e intitula-se “A transparência é a alma do negócio: o que os 4 Rs das Relações Públicas podem fazer por você”. O autor bebe em inúmeras fontes de autoridade na área, mas procura falar a língua do quotidiano empresarial: “a abordagem não é para todas as organizações, pois algumas passam toda a sua trajetória sem precisar delas, afinal, como sempre digo: na infância das organizações, propaganda; na adolescência, assessoria de imprensa; na maturidade, cidadania corporativa – objeto direto de relações públicas”.
“Tudo isso não seria possível sem aplicar aquilo que Kopplin e Ferraretto ensinam em seu – ótimo – livro ‘Assessoria de Comunicação Social’, em que pregam que a ACS ideal compõe-se de errepês, jornalistas e publicitários. Assim, fui buscar a jornalista Roberta Santo e a publicitária Lucila Komolibus para a empreitada, além de ter tido a benção de Terezinha Santos, que primeiro esboçou este lançamento, e do amigo e guru, Luiz Estevam Lopes Gonçalves, que foi meu professor na FGV”, conclui.
Manoel Marcondes Neto 
Professor adjunto da Faculdade de Administração e Finanças da UERJ; autor de “Relações Públicas e Marketing: convergências entre Comunicação e Administração” (Conceito Editorial, 2008, 2a. edição). Secretário-geral do CONRERP/RJ (gestão 2010-2012). Ministrou, na FCS/UERJ, as disciplinas Administração e Assessoria em Relações Públicas I e II entre 1985 e 2005 e ministra, na FAF/UERJ, as disciplinas “Comunicação Organizacional” no mestrado e “Fundamentos de Marketing” na graduação. Na pós-graduação em Comunicação Empresarial da UFJF, leciona a disciplina “Relações Públicas e Propaganda Institucional”. Colou grau em 1982 no Curso de Relações Públicas do Instituto de Psicologia e Comunicação Social da Universidade do Estado do Rio de Janeiro.
Fonte: Com dados da Twittcam realizada em 28/03/2012
 Blog pessoal de Manoel Marcondes Neto
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