Multimidia Luv Life

Meu diário Multimídia

Multinews: LibreOffice é destaque na nova edição da revista Espírito Livre

Mês de julho. Férias, descanso, sombra e água fresca, ah… privilégio para poucos. Nós da Revista Espírito Livre continuamos na batalha e trazemos a edição que apresenta em sua capa, a suíte de escritório líder nos computadores com GNU/Linux. As principais distribuições GNU/Linux já o assumiram como substituto do OpenOffice, recentemente doado pela Oracle para a Fundação Apache. Sendo assim, enquanto uma nova versão do Apache OpenOffice não é liberada, o LibreOffice continua seu caminho como sendo a escolha de uma maioria que busca uma suíte de escritório completa, bem como a minha escolha pessoal. É claro que não existem outras soluções para escritório, entretanto os demais ainda tem um longo caminho a trilhar.

Mas engana-se aqueles que o LibreOffice é a escolha só dos que utilizam GNU/Linux. Empresas e usuários que utilizam outros sistemas operacionais também o utilizam. Por ter a característica de ter seu código aberto, usuários de diversos sistemas se beneficiam das funcionalidades do referido software.

Com milhões de linhas de código, a suíte arrebanha simpatizantes mas também rivais e usuários insatisfeitos. A velocidade com o software é aberto e a compatibilidade com outros formatos são as principais queixas daqueles que não são “tão” fãs da suíte. O fato é que grande parte das queixas também estão relacionadas com outros elementos, além do próprio LibreOffice. Sendo assim, culpá-lo por não se comportar da forma que este ou aquele usuário gostaria, não seria a atitude mais prudente. A contribuição, colaboração na construção de novos recursos ou correção e relato de bugs podem sim, ajudar a torná-lo uma solução ainda mais profissional do que já é. E todos, de alguma forma, podem contribuir na melhora do software, esta é a mágica que o software livre proporciona. O usuário final, aquele que não entende de programação, não conhece de design mas acha que um botão diferente poderia melhorar sua usabilidade, pode contribuir com sugestões. Aquele que é fluente em outras línguas também pode ajudar na tradução. No site oficial [http://pt-br.libreoffice.org] o usuário descobre como pode ajudar a torná-lo o que ele, o usuário, deseja e espera de uma suíte de escritório. A comunidade agradece.

Temos 4 entrevistados, sendo que 3 internacionais: Sophie Gautier e Italo Vignoli, ambos da The Document Foundation, Immo Wille, da Universidade de Zurique. Entrevistamos ainda Vitor Micillo, criador da Rede Social Doode.

Além disso, esta edição está repleta de outras contribuições tornando-a uma das maiores edições já publicadas pela Revista Espírito Livre. Vários eventos estão em parceria com nossa equipe, proporcionando várias promoções disponíveis. E muita coisa boa vem por aí. Se você ainda não participou de nossos sorteios, não perca tempo!

Iris Fernández, direto da Argentina, fala dos benefícios do uso do software livre na educação e Daniel Bruno nos traz a cobertura do FUDCon 2011, que aconteceu no Panamá. Filipo Tardim mostra forma de clara como compilar o kernel do Ubuntu e Rodrigo Griffo apresenta a instalação do CentOS via Netinstall. E tem muito mais.

Um agradecimento especial a Eliane Domingos que esteve a frente de grande parte das matérias relacionadas ao LibreOffice, bem como todos os outros, que de alguma maneira, nos ajudaram neste trabalho colossal. Esta edição realmente deu trabalho. E descanso?! Nem aqui, nem na China.

Um forte abraço a todos, colaboradores e leitores!

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#resenha Considerações sobre o novo CD da banda @dopestarsinc – “Ultrawired”

“Surpreendente, empolgante”. Esses foram os adjetivos que imediatamente se passaram por minha cabeça quando “Better not to joke” começou a rolar nos meus fones de ouvidos.

Por acaso entrei no TPB e encontrei lá um disco novo da banda italiana Dope Stars Inc.

Baixar gratuitamente? Sim!

O Ultrawired segue uma mistura de rock com música eletrônica, cyberpunk e diversos sintetizadores, com temáticas abordando filmes, videogames, pirataria e revolução.

Não é necessário falar que o DSI já vinha se espalhando no cenário ‘industrial’ (se é que industrial ainda existe) ou cyberpunk, gótico ou qualquer coisa assim (não aprecio rótulos).

Tendo sua fama com hits como “Make a Star”, “Infection 13” e “Beatcrusher” (esta que foi parte da trilha sonora de Jogos Mortais 4) não é de se surpreender (mas surpreendeu!) que o quarto álbum fosse ainda melhor.

Saindo de Better not to joke, a seqüência se dá com “Save the Clock Tower”, referente à trilogia ‘De volta para o Futuro’ que impulsiona com sintetizadores frenéticos muita energia, ainda mais daqueles que conheceram e vivenciaram essa aventura a 88MPH dos anos 80.

Com uma pitada de inconformismo chegamos a “Cracking the Power” que de uma forma dançante e alegre passa sua mensagem revolucionária.

“Banksters” é sem comentários, simplesmente por sua ‘pegada’ punk.

Então vem a famosa “Lies Irae”, uma das melhores (se é possível eleger dentre todas a melhor), composta de uma forma inusitada: em conjunto com os fãs, no piratepad, um editor estilo ‘Word’ porém para todos juntos editarem online, todos os participantes contribuíram com as letras dessa enérgica e muito bem composta música que mistura Giuseppe Verdi com muitos sintetizadores e uma pegada rock.

“Blackout” se destaca pelas linhas de baixo e vocais agressivos de Victor Love, há quem diga que é uma das melhores do álbum.

Amantes de vídeo-games: “Get Young” é diretamente feita para vocês. Com sintetizadores marcantes e melodias vocais, Get Young clama a todos os gamers a juventude de estarem sempre se sentindo bem com seus jogos.

“No life belongs to you” já nos trás aquele feeling existencial, característica de grandes álbuns clássicos em suas músicas mais introspectas, assim como a seguinte “Two dimensional world”.

“Run motherfucker run” com muita energia e pegada rock ‘n’ roll poderia agitar qualquer show com rodas de porradaria. Sem dúvidas.

Atenção piratas: “Pwning the Network” é um chamado para a busca de diversão nas redes e muita animação. Interessante comentar que Dope Stars Inc. interage com os fãs pela internet, pads, grupos de IRC, etc. Essa temática ‘pirata’ é bastante abordada pela banda, pois seguem a filosofia de produção independente e sustentável, na qual a pirataria através de lemas como “sharing is caring” é defendida. Não se defende fraudes ou roubos dentro desse ideal, mas o compartilhamento de cultura sem custos e a transparência política.

“We are the new ones” completa a movimentação revolucionária. Com uma pegada mais metal, não tem com não balançar a cabeça.

“Riding the UFO”, assim como No life belongs to you, já tem uma pegada mais calma, porém muito marcante, com muitos efeitos sonoros e um misticismo quase extraterreste.

Finalizando com “Thru the never”, que de alguma forma me remete a “Lucy forever” do King Diamond, não por sua melodia ou algo assim, mas por seu encerramento profundo, pela sensação deixada quando ouvimos o último “never” de Victor Love.

Assim construído o CLASSICO Ultrawired, além de ser inteiramente composto, gravado, editado e masterizado por Victor Love em um computador pessoal e nada mais, o álbum está sendo distribuído gratuitamente pela internet e o retorno disso é diretamente vindo dos fãs, assim compactuando com a nova tendência musical de não depender de grandes gravadoras e selos, dando liberdade para a produção musical sustentável.

Bastante interessante e muito bom de se ouvir.

Site Oficial: Dope Stars Inc.

Site dos Fãs Brasileiros: Dope Stars Inc. BrasilDope Stars Inc. Brasil

Minha nota? 10 ‘+1’, com absoluta certeza.

Por Márcio Tomazela no Wishplash

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Da série – Aplicativos que amo: Gravity

Ain, que saudaaaadeeeeee! Quanto tempo, hein??

As últimas semanas tem sido bastante punks e com muitos acontecimentos, por isso o motivo de ter estacionado o blog por quase uma semana. Pra variar, o WP free deu uma contribuída com esse processo (tudo culpa dele! Hahaha)

O que é um blog multimídia? Muitos me perguntam o porquê desse nome, que inclusive adotei como meu nome profissional. Como estudante de Comunicação Social, imagino que tanto o mundo, quanto a nossa personalidade como profissional deve ser multimídia, ampla, agregando várias áreas tanto do saber quanto de experiências e etc. Então, ser multimídia é ser de tudo um pouco, dentro de um mesmo ambiente. E o ambiente que eu escolhi pra concentrar minha “multimidialidade”, mostrar que posso falar de tudo e foi este humilde blog, onde escrevo sobre tudo, tudo mesmo! Vou da linguística às mídias sociais, da Filosofia à tecnologia. Convenhamos que esses dois últimos aí, tem tudo a ver não é??

Pois então, eu estava morrendo de saudade desses meus preâmbulos! Hahahaaha

Dentro deste caleidoscópio de “multivíduos”,um conjunto de seres que interagem, coexistem em papeis simultâneos, que estão sempre a acompanhar as evoluções tecnológicas, que tem sede por relacionamento, seja ele online ou presencial (P:.S: prefiro usar esse termo, pois essa coisa de virtual gera uma certa polêmica na hora de explicar as coisas. Um dia, eu crio um post especial pra falar sobre o que é a virtualidade! Xá comigo!) há sempre uma busca incessante por acessórios (gadgets), que além de facilitar a vida, o trabalho e os relacionamentos humanos, estão se tornando extensões da nossa vida.

Quem de nós, que vive, trabalha com comunicação, ou melhor, em qualquer outra área consegue ficar muito tempo sem usar o  Twitter e o Facebook? Quem de nós consegue ficar sem dizer como foi o dia, como está a praia, curtir links e fotos legais, comentar quando alguém muda o status de relacionamento…

Nesse sentido, essa semana, o nosso blog vai falar sobre aplicativos. Isso mesmo, aplicativos que amamos que facilitam a nossa vida e que nos distraem quando estamos viajando, numa fila de banco, padaria, ou mesmo como uso profissional.

Euzinha, @Myla_Multimidia, costumo dizer que o Facebook é minha primeira casa. Local onde me relaciono posto meus trabalhos, mas em se tratar de contato direto, meu queridinho é mesmo o Twitter. Estou sempre conectada, quando não é de casa, é do meu Nokia E71, guerreiro e pau pra toda obra. Eu sempre digo que o bichinho não me quebra só um galho, mas me quebra uma árvore toda! Fora a infinidade de aplicativos disponíveis, eu procuro usar apenas os que possuem as funcionalidades que eu preciso pra viver, não gosto de ficar enchendo de aplicativos que não vou usar, até mesmo pela questão da memória.

O aplicativo mais perfeito entre os perfeitos é o Gravity. Ele é um um aplicativo para clientes Twitter, permite praticamente todas as funções do microblog, interface amigável e uso preferencial pra quem utiliza sistema operacional Symbiam S60 e v3, suporta contas múltiplas Twitter, Twitter Search, visualização de fotos, Foursquare e Facebook. Configure e utilize quantas contas você quiser, e use-as ao mesmo tempo!

Características Gerais do Gravity:

* Compatível com Twitter e Laconica;
* Funções disponíveis: tuitar, responder, seguir e não seguir, criar favoritos, pesquisar, atualizar automaticamente, entre outros;
* Permite visualizar agenda, respostas, mensagens e amigos;
* Emite alertas de áudio para agenda, respostas e pesquisas;
* Configuração e uso simultâneo de diversas contas;
* Múltiplos controles de pesquisa e TT’s;
* Postagem de fotos pelo MobyPicture, TwitPic, TwitGoo & Posterous;
* Pré-visualização de fotos do MobyPicture, TwitPic ou TwitGoo;
    * Abertura de URLs de qualquer Tuite;
* Rolamento cinético no S60v5 (Nokia 5800 Comes With Music e Nokia N97);
* Suporte para temas no S60v3;
* Modo tela cheia no S60v3;
* Função de auto atualização e acesso para testes beta;
* Conexão automática para Access Points e suporte para Roaming entre WLAN e GPRS/UMTS.

A palavra perfeita pra definir o Gravity é justamente a mobilidade, pois sua interface é essencialmente intuitiva, o que permite que você atualize as suas redes de forma rápida e simples. É desenvolvido pela empresa mobileways.de. Uma versão trial (teste) pode ser baixada na Ovi Store, portal Global de aplicativos da Nokia. Os usuários tem 30 dias para utilizar o aplicativo de forma gratuita.

Curiosidades sobre o Gravity:

  • O Gravity foi o primeiro aplicativo dedicado para Twitter e desenvolvido sob a plataforma Symbiam S60;
  • Tem a preferência de cerca de 43% de usuários de aplicativos mobile, passando o Twibble, com apenas 25%.

O aplicativo acabou de ser atualizado e eu já instalei e já tô usando como se não houvesse amanhã!! Não reparei graaaaaandes mudanças na nova versão, antes 1.50 6715, agora 1.6 6815.

A versão antiga tinha umas falhas e bugs, que tudo indica terem sido resolvidos nesse update. A interface deu uma melhorada, e o que já era bonito, ficou ainda mais bonito. Mudaram também a logo, agora ela tem cores mais fortes, o botão de Geolocalização também deu uma melhorada e o botão shift e apagar foram incluídos. O mais bacana nisso tudo é que o sistema agora facilita a autenticação OAUTH no Twitter, pois há alguns meses o Twitter publicou uma nota informando sobre suas novas políticas de privacidade e que haverá mais de um perfil de acesso, visando a restrição do acesso, já que alguns aplicativos que tem acesso a sua conta, também tem acesso à todas as informações do seu perfil, e também das suas DM’s.

Gostou  do Gravity? Faça o download gratuito e atualizado a partir do link http://bit.ly/6815ALL

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Multinews: Lançada edição n.26 da Revista Espírito Livre!

Crowdsourcing é uma nomenclatura recente para algo que todos conhecemos bem. A construção colaborativa através da rede já vem sendo feita a muito tempo. Vários projetos de código aberto foram produzidos e se tornaram o que são justamente por causa da construção coletiva de vários entes, vários nós, pontos interligados em uma grande teia. E o que antes era um passatempo nerd, se tornou o motor de muitos projetos.

Alguém aí já pensou em como seria as nossas vidas sem a construção coletiva, responsável por exemplo, pela criação, manutenção e crescimento da Wikipédia? E as mobilizações que hoje são feitas através das redes sociais com os mais diversos propósitos? Projetos são criados, mantidos, remunerados e atingem maturidade através de vários pares de mãos, dezenas de dedos, milhares de IPs, espalhados mundo a fora. Compartilhar e constribuir com o outro são valores que aprendemos desde criança. “Reparta o seu lanche com o seu coleguinha”, ou “divida o seu biscoito com seu amigo”; você certamente já ouviu estas frases proferidas por entes queridos, pessoas que se importavam com você. Uma pena que tais valores, com o passar do tempo foram sendo esquecidos. Em uma sociedade como a nossa, o inteligente não é quem compartilha, mas sim aquele que esconde. Convido-o a reflitir os novos valores da sociedade…

Onde erramos?! Erramos? Ou tudo não passa de uma evolução (ou regressão)? Devaneios que esta edição apresenta em diversos artigos, ora técnicos, hora reflexivos e que nos leva a pensar, tentar entender o que hoje vivemos. E para nos ajudar a entender um pouco mais sobre este tema conversamos com Carl Esposti, criador do site Crowsdsourcing.org. Esposti clarifica o termo, com exemplos reais e palpáveis. Outros colaboradores como Alexandre Oliva, João Carlos Caribé, Ana Brambilla, entre outros, igualmente tratam o tema, com rigor e foco. Além do tema em questão, contribuições diversas e que merecem destaque!

A partir desta edição a Revista Espírito Livre também incluirá uma seção exclusiva sobre LibreOffice, a suíte de escritório líder e que certamente você utiliza. Se ainda não a instalou, não perca tempo. Existem versões para GNU/Linux e outros sistemas operacionais disponíveis no mercado. Diversas distribuições GNU/Linux, como Ubuntu, Fedora, OpenSuSE, Linux Mint, Debian e tantas outras já trazem o LibreOffice ou em suas mídias de instalação ou repositórios, bem como várias empresas que também sinalizaram positivamente quanto a suas migrações para o LibreOffice, logo, nada mais natural acompanharmos tal ascensão.

Partimos rumo ao terceiro ano, com a ajuda de muitos colaboradores dedicados, parceiros que nos ajudam de alguma forma e dos leitores que sempre estão nos acompanhando. Um abraço a todos que ajudam a construir esta incrível publicação.

Faça o download gratuito da revista clicando AQUI

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