Multimidia Luv Life

Meu diário Multimídia

III Mesa Redonda do Grupo @rpmanaus está chegando! “O Papel do comunicador em meios de conflitos sociais”

Atualmente, existe uma parcialidade entre o comunicador versus a opinião pública. Baseado nisso, o Grupo RP Manaus, responsável por promover ações voltadas para comunicação social, marketing e empreendedorismo, promoverá a III Mesa redonda, abordando o tema “O Papel do comunicador em meios de conflitos sociais”, que tem como objetivo discutir de uma forma sadia sobre os conflitos através dos meios de comunicação. A mídia exerce um controle único sobre a sociedade, passando a interferir decisivamente na construção da opinião pública, mas até que ponto a mídia influencia nossas vidas? É importante questionarmos a força da comunicação como influência das atitudes da massa popular a qual atinge. A opinião pública não é inteiramente livre, pois depende dos temas valorizados pela mídia para estruturar seu comportamento, e mais especificamente para construir imagens sobre determinados assuntos ou produtos. Os meios de comunicação colaboram na construção de ideias e sugestões de cultura e na valorização da identidade, mas também acarretam noções de alienação e distanciamento da realidade em que vivem, resultando-se num processo dialético.

O evento acontecerá no dia 04 de abril, às 19 horas, no Espaço Thiago de Mello, Livraria Saraiva do Manauara Shopping, voltado para estudantes, pesquisadores, professores, empresários de diversas áreas e a sociedade em geral interessada pelo tema em questão. A entrada é franca e o evento oferecerá certificação de atividade complementar de 04 horas.                       As inscrições podem ser feitas através do blog www.rpmanaus.com. Para mais informações, entre em contato com Ana Clarissa Cavalcante, pelo número (92) 8257-7624.

Palestrantes: 

Felipe Libório – Estudante de Jornalismo e diretor de Comunicação da AIESEC em Manaus.

Inara Costa – Relações-públicas, docente da Universidade Federal do Amazonas, integrante do Grupo de Pesquisa Interfaces e voluntária da ABRH- Amazonas.

Ygor Olinto e Jefferson Coronel – Participação Especial

Siga-nos no Twitter e acompanhe o nosso blog Blog RP MANAUS

Para quem quiser relembrar os outros eventos realizados pelo RP MANAUS, seguem os links

“Mesa Redonda: Revolução das Redes Digitais: Do mIRC ao Facebook.” Blog RP Manaus

II Mesa Redonda “Empreendedorismo Digital a Nova Era do Empreendedor” no Versatil RP

Fonte: Organização

Anúncios
Deixe um comentário »

Multinews: Manoel Marcondes Neto(@MarcondesNeto2) comemora 30 anos de carreira lançando livro, website e vídeo sobre Relações Públicas.

Formado em Relações Públicas pelo Instituto de Psicologia e Comunicação Social da UERJ (22/01/1982), professor há 27 anos na mesma universidade e com uma experiência executiva em organizações como Laboratórios Farmos-Delagrange, Methodos Consultores, República Produções, Universidade Gama Filho, Arthur Andersen, Andersen Consulting, McCormack & Dodge e Accenture, o autor resolveu oferecer ao público em geral, fora da esfera acadêmica, uma visão prática das situações em que as técnicas de relações públicas são úteis e podem geram resultados, com vistas a uma comunicação mais efetiva, transparente e alinhada ao marketing.
Relações Públicas ao alcance de todos

 

A ideia, contudo, nasceu de um compromisso acadêmico, quando das discussões, no âmbito do Sistema CONFERP-CONRERP, das novas diretrizes para o ensino de Relações Públicas. Manoel Marcondes Neto, contando com colegas da área, principalmente Alexandre Coimbra, Heloiza Reis, Marcelo Ficher e Renato Möller, preparou um ensaio e uma apresentação que deram origem a um modelo didático-compreensivo que denominou “os 4 R das Relações Públicas”, numa analogia aos conhecidos 4 P do composto de Marketing (Produto-Preço-Praça-Promoção).
Reconhecimento-Relacionamento-Relevância-Reputação

 

A partir de sólidos conhecimentos na área – o autor é doutor em RP pela ECA/USP, justamente na linha de pesquisa “Relações Públicas: Políticas e Processos” – Manoel Marcondes Neto organizou um modelo que congrega, sob quatro instâncias-macro, os 4 R (Reconhecimento, Relacionamento, Relevância e Reputação), todas as 16 táticas que podem ser empreendidas para a obtenção do que denomina “Relações Públicas Plenas” – meta de toda e qualquer política de comunicação, de empresa grande, média ou pequena, de órgãos de estado a organizações da sociedade civil, e mesmo de indivíduos – pessoas físicas preocupadas em construir, manter, enfim, deixar uma marca.
Livro, website, vídeo… e parcerias
O novo site já estava nos planos há muito tempo – o domínio “rrpp.com.br” foi registrado em 2006 –, quando convidou colegas da profissão, do mercado e da academia, para participar com contribuições na forma de artigos. A Conceito Comunicação Integrada, do jornalista Luis Monteiro, desenvolveu o projeto e o Cannal Z, o vídeo – um resumo do composto de relações públicas –, que teve a participação especial de Ciro Bottini.
“O livro é baseado no ensaio, mas sem jargão acadêmico”, diz, e intitula-se “A transparência é a alma do negócio: o que os 4 Rs das Relações Públicas podem fazer por você”. O autor bebe em inúmeras fontes de autoridade na área, mas procura falar a língua do quotidiano empresarial: “a abordagem não é para todas as organizações, pois algumas passam toda a sua trajetória sem precisar delas, afinal, como sempre digo: na infância das organizações, propaganda; na adolescência, assessoria de imprensa; na maturidade, cidadania corporativa – objeto direto de relações públicas”.
“Tudo isso não seria possível sem aplicar aquilo que Kopplin e Ferraretto ensinam em seu – ótimo – livro ‘Assessoria de Comunicação Social’, em que pregam que a ACS ideal compõe-se de errepês, jornalistas e publicitários. Assim, fui buscar a jornalista Roberta Santo e a publicitária Lucila Komolibus para a empreitada, além de ter tido a benção de Terezinha Santos, que primeiro esboçou este lançamento, e do amigo e guru, Luiz Estevam Lopes Gonçalves, que foi meu professor na FGV”, conclui.
Manoel Marcondes Neto 
Professor adjunto da Faculdade de Administração e Finanças da UERJ; autor de “Relações Públicas e Marketing: convergências entre Comunicação e Administração” (Conceito Editorial, 2008, 2a. edição). Secretário-geral do CONRERP/RJ (gestão 2010-2012). Ministrou, na FCS/UERJ, as disciplinas Administração e Assessoria em Relações Públicas I e II entre 1985 e 2005 e ministra, na FAF/UERJ, as disciplinas “Comunicação Organizacional” no mestrado e “Fundamentos de Marketing” na graduação. Na pós-graduação em Comunicação Empresarial da UFJF, leciona a disciplina “Relações Públicas e Propaganda Institucional”. Colou grau em 1982 no Curso de Relações Públicas do Instituto de Psicologia e Comunicação Social da Universidade do Estado do Rio de Janeiro.
Fonte: Com dados da Twittcam realizada em 28/03/2012
 Blog pessoal de Manoel Marcondes Neto
Curta a Fan Page de Marcondes no Facebook
Twitter @marcondesNeto2
Deixe um comentário »

Está online a 35.ª edição da Revista @espiritolivre!!

REL035_Capa

Demorou mais saiu! Aí estã a edição n. 35 da Revista Espírito Livre. Esta edição, excepcionalmente, trata de artigos relativos as palestras que ocorreram na prmeira edição do Fórum da Revista Espírito Livre, ocorrido em novembro de 2011. Vários de vocês estiveram presentes, o que muito me alegra, e agora, poder compartilhar com vocês um pouco do material que foi discutido no dia do evento, me alegra ainda mais.

Muito obrigado a todos que de alguma forma contribuiram para que mais uma edição da revista ganhasse vida. O meu obrigado a todos aqueles que acreditaram no evento: Prefeitura Municipal de Vila Velha, Itaipu Binacional, Prefeitura Municipal de Vitória, ES Convention Bureau, SERPRO e FAESA.

Quanto ao trabalho de edição deste número um agradecimento especial a Vera Cavalcante e ao Hélrio S. Ferreira.

Abaixo deixo um trecho do editorial da edição.

Organizar um evento não é tarefa fácil. Quem já organizou eventos, mesmo pequenos e de expressão local, sabe que não é uma tarefa simples. Organizar o I Fórum da Revista Espírito Livre foi muito gratificante, entretanto extremamente trabalhoso. Ao final senti aquela sensação de dever cumprido, de missão cumprida. Realmente algo muito bom de sentir.

Mas para quem não acompanhou as notícias do final do ano de 2011, no final do mês de novembro, mais precisamente no dia 29/11, a capital capixaba, Vitória, recebeu a primeira edição do Fórum da Revista Espírito Livre. O evento foi um sucesso e contou com a participação de muitos colaboradores da publicação, além é claro, de vários leitores que estiveram presentes durante todo o dia, em busca de conhecimento, informação de qualidade, ou para conhecer aqueles que fazem a Revista Espírito Livre regularmente.

A principal motivação para a realização do fórum da Revista Espírito Livre surgiu da necessidade de encurtar as distâncias entre leitores e colaboradores, já que a publicação existe apenas como uma revista digital. Outra motivação era a de levantar recursos para ajudar a sustentar a produção da revista, algo extremamente importante. Além disso, a proposta era de, ao final do evento, serem reunidos os trabalhos apresentados durante todo o dia, e compilados em uma edição especial, com a contribuição de textos dos palestrantes e parceiros envolvidos. Esta, portanto, a primeira de muitas. Assim espero.

Já estamos planejando edições em outras cidades, na esperança de poder atingir um público ainda maior de pessoas. Nas páginas desta edição você irá conferir alguns dos principais temas abordados durante o evento ocorrido em Vitória/ES.

Um forte abraço a todos!

Nota de lançamento e download gratuito: http://va.mu/TmXZ

Se você curtiu a revista, que tal dar uma força na divulgação? Temos perfil em rede social @espiritolivre e nosso site htp://www.espiritolivre.orgEstamos abertos à colaboração, sugestões e críticas. Fiquei a vontade e participe.

 Fonte: Assessoria de Comunicação.

1 Comentário »

Lúcio Flávio Pinto participa da Conferência de Abertura do Mídia Cidadã 2011

Publicado originalmente no Blog Mídia Cidadã 2011

“Nossa missão é alimentar a sociedade com informações verdadeiras, sem privilegiar interesses de terceiros”. Esse foi um dos pontos apresentados pelo jornalista e sociólogo Lúcio Flávio Pinto durante a Conferência de Abertura do Mídia Cidadã 2011, intitulada “Como comunicar a verdade da Amazônia”, realizada na quinta-feira, 20.

“A verdade é um meio de libertação, mas muitas vezes essa verdade é reprimida. Os jornalistas não podem se intimidar diante da verdade. Nós, comunicadores, temos o direito e o dever de falar a verdade, de falar os fatos sem ter a possibilidade de eles serem contestados”, afirmou o fundador do Jornal Pessoal, criado há mais de vinte anos e que circula até os dias atuais. O impresso se destaca por não possuir vínculo a nenhum grupo político e/ou empresarial.

A configuração político-econômica da Amazônia também foi discutida pelo jornalista. Em relação ao processo de desmatamento e o desenvolvimento da região, Lúcio afirmou que na Amazônia, quanto mais notável o desenvolvimento, maior é a colaboração para o desaparecimento dos recursos naturais, e a falta de compromisso da grande mídia com a verdade contribui para o processo. “As pessoas tem medo da floresta, elas tem raiva e querem transformá-las de acordo com a sua maneira e estilo de vida”, opina Lúcio Flávio Pinto.

O jornalista ainda questionou a existência da opinião pública na Amazônia e como isso implica na sua prática do jornalismo: “o que importa é saber o que está por trás de uma palavra de ordem, pois podemos estar cometendo um terrível erro, um terrível julgamento. Não podemos ser coniventes com mentiras e até mesmo com as ‘falsas verdades’ ou com as ‘mentiras bem contadas’ que nos impõem”, ressalta Lúcio.


1 Comentário »

Cobertura do 2º dia do I Seminário Regional da ALAIC – Bacia Amazônica no @midiacidada2011

As rádios comunitárias configuram um novo modelo de democracia e cidadania no Brasil. Um fenômeno crescente, que veio para dar voz aqueles que, por muitas vezes são excluídos pelo poder público e que também representam um grande empecilho, atentando contra a democracia, à censura e até mesmo contra a liberdade de expressão, um dos mais importantes direitos dos seres humanos.

O segundo dia do I Seminário Regional da ALAIC – Bacia Amazônica, que foi realizado no Centro de Eventos Benedito Nunes (UFPA), iniciou-se com o Colóquio de Rádios Comunitárias. Contou com a presença de professores de diversas universidades, inclusive da Colômbia e Equador, teve também a presença de lideranças e autoridades envolvidas com Rádios Comunitárias internacionais, João Paulo Malerba, docente da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

O convidado Angelo Madson, paraense, militante, ativista e representante de veículo de radio difusão livre, contou um pouco de sua experiência, sobre as perseguições, processos que sofreu. Ele fez questão de enfatizar que o coronelismo eletrônico presente principalmente na região amazônica, dificulta todo o processo de inserção da comunidade, pois além de limitar a participação da população, mantém um monopólio da comunicação, onde grandes veículos ficam com a maior parte dos canais, promovendo o chamado oligopólio da comunicação, ou seja, os veículos poderosos querem sempre ter exclusividade, não dando espaço e nem voz ao movimento da radio difusão libertária. Angelo defende a desobediência civil como uma forma de se comunicar com a comunidade, já que as exigências das teles e órgãos regulamentadores são absurdas e extremamente burocráticas, o que o mesmo considera que o viés social da rádio comunitária deve ser respeitado e resguardado, uma forma de protestar contra o que é imposto, e que ele não considera como ilegal.

“É importante deixar claro que o termo Rádio Comunitária não existe apenas uma forma de definição, mas uma das definições mais aceitas são a facilitação do acesso a democracia através das ondas sonoras e que, principalmente produzem informação e cidadania a nível local, priorizando elementos como, ética, diálogo entre a sociedade, política, gestão pública integral e governo. Um verdadeiro desafio a ser cumprido”, finalizou o professor João Paulo Malerba.

A nível regional, as rádios comunitárias atuam como verdadeiras protagonistas de ação social, não visam lucros ou qualquer outro tipo de beneficiamento além de caracterizarem-se como meios de comunicação e informação popular, produzido, vivenciado dentro da sua realidade, sem máscaras ou manipulações. Na opinião da professora Rosane Staibrenner, os objetivos principais da iniciativa são promover informação limpa e valorizar a comunidade.

Contando com aproximadamente 300 emissoras de radio difusão livre, a Amazônia se mostra com grande potencial, mas com um dilema entre a qualidade da produção e a responsabilidades dos idealizadores e administradores dos veículos locais, devido a falta de estrutura, difícil acesso, muitos dessas rádios são os únicos meios de comunicação em diversas cidades do interior.

José Miguel Gonzalez, da Pontifícia Universidad Javeriana, na Colômbia, classifica que as rádios comunitárias, não devem ser confundidas com a pirataria, pois além de romper barreiras da comunicação e cidadania e seu forte papel social de dar voz ao povo. Esse processo de mediatização da periferia é um dos elementos chaves para o modelo de desenvolvimento social, que age de dentro para fora.

Há a preocupação com a necessidade de se promover capacitações éticas, política e responsabilidade com os gestores e demais envolvidos com rádios comunitárias. Estar diante de veículos desse porte requer preparação, equilíbrio e principalmente noção de responsabilidade, pois assim como outro veículo de comunicação, os trabalhadores e funcionários além de comunicadores, são formadores de opinião e a eles deve-se todo um trabalho de preparação diferenciada.

Deixe um comentário »