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Multinews Divulga: Carta do Seminário Regulação da Comunicação Pública

Via Barão de Itararé

O Seminário Internacional “Regulação da Comunicação Pública” – promovido pela Frente Parlamentar pela Liberdade de Expressão e o Direito à Comunicação com Participação Popular (Frentecom), em parceria com a Secretaria de Comunicação Social da Câmara, aconteceu entre os dias 21 e 23 de março, em Brasília.

Como resultado dos trabalhos, foi publicada uma carta final com os encaminhamentos do Seminário. Confira o documento na íntegra:

Manifesto – Por uma regulação democrática para a comunicação pública

Nós, representantes de emissoras públicas, educativas, culturais, legislativas, universitárias e comunitárias, organizações da sociedade civil e movimentos sociais, presentes no Seminário Internacional de Regulação da Comunicação Pública, promovido pela Frente Parlamentar pela Liberdade de Expressão e o Direito à Comunicação com Participação Popular (Frentecom) e pela Secretaria de Comunicação da Câmara dos Deputados, afirmamos nossa posição a respeito da importância da comunicação pública e da centralidade do processo de revisão do Marco Regulatório das comunicações. Nesse sentido, reiteramos:

1. A comunicação pública é o espaço da diversidade, pluralidade e do exercício do direito à comunicação, meio de afirmação da soberania nacional e instrumento estratégico para a construção de uma cidadania participativa que se apresente como alternativa política, cultural e informativa à comunicação comercial;

2. O campo público de comunicação deve ser entendido como aquele que engloba emissoras federais, estaduais, municipais, educativas, universitárias, legislativas e comunitárias;

3. O Estado deve cumprir papel de indutor e executor das políticas para a comunicação pública, garantindo, inclusive, os recursos necessários à sua existência;

4. O debate da regulação deve se pautar no fortalecimento dos meios públicos, na garantia de uma gestão democrática e transparente, com participação social, e na criação das condições para a efetiva realização da complementaridade entre os sistemas público, privado e estatal, prevista no Art.223 da Constituição Federal;

5. A regulação da comunicação pública é uma parte do necessário processo de atualização do Marco Regulatório das comunicações no Brasil, que deve garantir a máxima participação social, a isonomia entre os setores interessados e o real empenho dos poderes públicos, em especial do Executivo, na concretização dos debates.

6.  Dando continuidade ao processo iniciado nos Fóruns Nacionais das TVs e Rádios Públicas e na 1ª Conferência Nacional de Comunicação, é necessário avançar na formulação de propostas e na organização deste campo para garantir seus interesses na proposta de regulação. Para isso, apontamos para a realização do I Fórum Nacional do Campo Público de Comunicação.

Além disso, as entidades signatárias deste documento apresentam as seguintes propostas para o novo Marco Regulatório das Comunicações, como contribuição ao debate:

1.Conceitos, outorgas, espectro e complementariedade •Regulamentação do Art.223 da Constituição Federal, que garanta a independência das emissoras do campo público frente aos governos, com a criação de espaços de participação da sociedade civil em sua gestão a partir da eleição de seus membros de forma pública e democrática; •Garantia de reserva de espectro eletromagnético para as emissoras do campo público de rádio e televisão; •Apoio à criação da Rede Nacional de Rádios Públicas; •Fortalecimento das rádios comunitárias, com ampliação de potência, aumento de canais por cidades, garantia de financiamento e autonomia e fim da criminalização dos radialistas comunitários; •Inclusão e garantia das TVs comunitárias no processo de regulamentação do Canal da Cidadania; •Substituição imediata da regulação atual da radiodifusão comunitária por um novo arcabouço legal que trate o setor em condições de igualdade com as demais emissoras do campo público;

2.Gestão, participação e controle social •Instalação de mecanismos de participação social (audiências e consultas) na gestão de emissoras do campo público, resguardadas as características de cada segmento; •Instalação, nas emissoras do campo público, de Conselhos Curadores com indicação democrática de seus membros e mandatos assegurados; •Instalação imediata do Conselho de Comunicação Social do Congresso Nacional; •Criação de um Conselho Nacional de Comunicação, com caráter deliberativo, participação democrática e indicação direta pela sociedade de seus membros;

3.Gestão, financiamento e autonomia •Implantação de Fundo Público para financiar o campo público de comunicação, composto por recursos da Contribuição para o Fomento da Radiodifusão Pública e por novas fontes, como a taxação das emissoras comerciais e de aparelhos de TV; •O disciplinamento do uso dos recursos da Contribuição para o Fomento da Radiodifusão Pública não destinados à EBC; •Adoção de política de destinação de percentual dos recursos da publicidade de governo e empresas estatais para as emissoras do campo público; •Que as televisões e rádios comunitárias e universitárias possam receber recursos de publicidade de governo e empresas estatais; •Adoção de política de programa de crédito dos bancos estatais aos segmentos do campo público, com o objetivo de viabilizar infraestrutura a estas emissoras; •Que parte do Fundo Setorial do Audiovisual, gerenciado pela Ancine, seja destinado ao fomento da produção independente em parceria com as emissoras públicas de rádio e televisão;

4.Conteúdo e diversidade •Contemplar toda a diversidade cultural, étnica e racial, geracional, regional, de gênero e de orientação sexual da sociedade brasileira na programação, gestão e produção das emissoras públicas; •Aumento da programação regional e independente em todas as emissoras públicas, com o estabelecimento de percentuais mínimos, tendo como referência os patamares definidos pela Lei 12.485/11; •Consolidar e ampliar as plataformas de intercâmbio de conteúdo entre emissoras do campo público; •Tratamento diferenciado do campo público na cobrança da CONDECINE – Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional;

5.Distribuição de sinal / Operador de Rede •Que a construção de um projeto de plataforma única de Operador de Rede Digital seja baseado no diálogo com os segmentos do campo público, nas esferas federal, estadual e municipal; •Garantia de recursos públicos para a implantação do Operador de Rede visando construir uma rede que assegure a digitalização das emissoras do campo público e a oferta de conteúdos da comunicação pública nas plataformas convergentes; •Garantia do carregamento dos canais do campo público pelas operadoras de SEAC; •Participação do campo público na definição do modelo de digitalização das rádios, considerando as particularidades dos diversos segmentos;

6.Acessibilidade, interatividade e convergência •Que os serviços nas plataformas convergentes e interativas possibilitem o acesso da população a serviços públicos de governo eletrônico e privilegie a utilização com finalidades informativa, educativa, artística e cultural; •Que o governo assuma uma política pública de promoção do acesso da população aos conversores de TV Digital interativos a preços populares, como foi feito por outros países, para concluir com eficácia a transição do sistema analógico para o sistema digital;

ENCAMINHAMENTOS •Criação do GT para organização do I Fórum Nacional do Campo Público de Comunicação; •Que o campo público participe e se envolva na Campanha pela Liberdade de Expressão e um Novo Marco Regulatório das Comunicações iniciada pelo FNDC; •Solicitar uma audiência com o Ministro das Comunicações, Presidência da Anatel, Ministra da Secretaria de Comunicação da Presidência da República, Presidência da EBC, Presidência da Câmara dos Deputados e Presidência do Senado Federal; •Formar uma delegação para conhecer as experiências regulatórias de Portugal e México;

MOÇÕES
•Classificação Indicativa Os presentes no Seminário Internacional de Regulação da Comunicação Pública aprovam moção de apoio à política de Classificação Indicativa em prática pelo Ministério da Justiça. Avaliamos ser fundamental a manutenção das sanções previstas no Estatuto da Criança e Adolescente, que estão sendo questionadas pelo Partido Trabalhista Brasileiro e pelas emissoras privadas de rádio e TV. A Classificação Indicativa é uma regulação praticada em todas as grandes democracias do mundo e não representa, de forma alguma, censura e tampouco tutela do Estado sobre a família. Assim, solicitamos que os ministros do Supremo Tribunal Federal avaliem na votação do processo a necessidade de priorizar a defesa de crianças e adolescentes no nosso país. APROVADA POR UNANIMIDADE.

•Lei 12.485/11 As organizações reunidas no Seminário Internacional de Regulação da Comunicação Pública manifestam-se por unanimidade em defesa da Lei 12485, que trata do SEAC – Serviço de Acesso Condicionado – nova lei da TV por Assinatura. Fruto de anos de discussão da sociedade brasileira, a Lei 12.485 é a primeira iniciativa aprovada pelo Congresso Nacional e sancionada pelo Poder Executivo que atende a determinações legais previstas no artigo 221, do Capítulo da Comunicação Social, da Constituição Federal. A principal conquista da lei é o dispositivo de cotas de conteúdo nacional de 3h30 por semana – metade dos quais produzida por produtora independente – de veiculação obrigatória apenas nos canais de espaço qualificado que transmitem em seu horário nobre, filmes, séries, documentários, animações. Infelizmente, a cota está sendo questionada judicialmente por empresas estrangeiras, de inegável poder econômico, que ingressaram com Ação Direta de Inconstitucionalidade, apresentada pelo Partido Democratas a pedido da operadora Sky, contra a lei. A garantia de espaço qualificado para veiculação de produtos brasileiros, ainda que inicialmente pequena, é um instrumento efetivo de diversificação dos conteúdos e de estímulo econômico à cadeia produtiva do audiovisual brasileiro. Neste sentido, apresentamos a proposta de que as emissoras do campo público de comunicação, mostrando sua vocação para a diversidade e pluralidade, também cumpram as cotas como estabelecidas na lei 12.485. Apesar de definir regras para o serviço de televisão pago e, portanto, não se aplicar ao serviço de radiodifusão aberta, os conceitos e parâmetros definidos por esta lei e pela sua regulamentação serão, sem dúvida, considerados para o debate do novo marco regulatório das comunicações. Por tudo isso, reiteramos nosso apoio a imediata a aplicação da lei 12.485. APROVADA POR UNANIMIDADE.

•Programação religiosa na EBC Os presentes no Seminário Internacional de Regulação da Comunicação Pública aprovam moção de apoio ao Conselho Curador da Empresa Brasil de Comunicação na definição da política de veiculação de conteúdo religioso nas emissoras públicas federais. Em um Estado republicano e laico é fundamental o respeito à livre liberdade de crença e descrença de toda a população, não sendo constitucional o privilégio a alguma religião específica. Assim, avaliamos que a religião deve ser tratada na comunicação pública como fenômeno cultural da sociedade brasileira, não devendo ter espaços para proselitismo de nenhum campo. APROVADA POR UNANIMIDADE.

•TV Cultura As organizações presentes no Seminário Internacional Regulação da Comunicação Pública se manifestam em defesa da Rádio e da TV Cultura de São Paulo, que se consolidaram historicamente como uma alternativa aos meios de comunicação privados e que se constituem em um patrimônio da população paulista. Contudo, nos últimos anos, a TV e as Rádios Cultura estão passando por um processo de desmonte e privatização, com a degradação de seu caráter público. Programas estão sendo extintos, o quadro funcional está sendo dilapidado, com mais de mil demissões, e recentemente a Fundação Padre Anchieta entregou, sem critérios públicos, de horários na programação para meios de comunicação privados, como a Folha de S.Paulo. Não podemos deixar esse patrimônio do povo de São Paulo ser dilapidado, vítima de sucateamento promovido por sucessivas gestões sem compromisso com o interesse público. APROVADA POR UNANIMIDADE.

•Anistia aos radiodifusores comunitários Os presentes no Seminário Internacional de Regulação da Comunicação Pública aprovam moção de apoio a anistia dos radiodifusores comunitários criminalizados pelo Estado brasileiro pelo seu livre exercício da liberdade de expressão e do direito à comunicação. É inadmissível a forma com que a Anatel e o Ministério das Comunicações tratam as rádios comunitárias no país, que atenta contra os direitos humanos consolidados pela Constituição Federal e por tratados internacionais. A repressão às rádios comunitárias utiliza dispositivos legais da época da ditadura militar, que não deveriam estar em uso nos dias atuais. Que o novo Marco Regulatório descriminalize os radiodifusores comunitários e permita a ampliação do acesso, do alcance, do número de canais disponíveis, do financiamento e da autonomia destas emissoras. APROVADA POR UNANIMIDADE.

•Radialistas Nós, representantes dos radialistas do serviço público, através dos seus Sindicatos, Federações e Conselheiros representantes, exigimos o cumprimento e aplicação da Lei 6.615 e o Decreto 84.134/79, que regula a profissão do radialista e regulamenta todas as empresas de radiodifusão, bem como protege a organização dos trabalhadores frente às suas entidades representativas. Exigimos também que esses profissionais de rádios e televisões educativas e públicas sejam valorizados em suas carreiras, em frente de trabalho e tenham remuneração justa. APROVADA POR UNANIMIDADE.

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III Mesa Redonda do Grupo @rpmanaus está chegando! “O Papel do comunicador em meios de conflitos sociais”

Atualmente, existe uma parcialidade entre o comunicador versus a opinião pública. Baseado nisso, o Grupo RP Manaus, responsável por promover ações voltadas para comunicação social, marketing e empreendedorismo, promoverá a III Mesa redonda, abordando o tema “O Papel do comunicador em meios de conflitos sociais”, que tem como objetivo discutir de uma forma sadia sobre os conflitos através dos meios de comunicação. A mídia exerce um controle único sobre a sociedade, passando a interferir decisivamente na construção da opinião pública, mas até que ponto a mídia influencia nossas vidas? É importante questionarmos a força da comunicação como influência das atitudes da massa popular a qual atinge. A opinião pública não é inteiramente livre, pois depende dos temas valorizados pela mídia para estruturar seu comportamento, e mais especificamente para construir imagens sobre determinados assuntos ou produtos. Os meios de comunicação colaboram na construção de ideias e sugestões de cultura e na valorização da identidade, mas também acarretam noções de alienação e distanciamento da realidade em que vivem, resultando-se num processo dialético.

O evento acontecerá no dia 04 de abril, às 19 horas, no Espaço Thiago de Mello, Livraria Saraiva do Manauara Shopping, voltado para estudantes, pesquisadores, professores, empresários de diversas áreas e a sociedade em geral interessada pelo tema em questão. A entrada é franca e o evento oferecerá certificação de atividade complementar de 04 horas.                       As inscrições podem ser feitas através do blog www.rpmanaus.com. Para mais informações, entre em contato com Ana Clarissa Cavalcante, pelo número (92) 8257-7624.

Palestrantes: 

Felipe Libório – Estudante de Jornalismo e diretor de Comunicação da AIESEC em Manaus.

Inara Costa – Relações-públicas, docente da Universidade Federal do Amazonas, integrante do Grupo de Pesquisa Interfaces e voluntária da ABRH- Amazonas.

Ygor Olinto e Jefferson Coronel – Participação Especial

Siga-nos no Twitter e acompanhe o nosso blog Blog RP MANAUS

Para quem quiser relembrar os outros eventos realizados pelo RP MANAUS, seguem os links

“Mesa Redonda: Revolução das Redes Digitais: Do mIRC ao Facebook.” Blog RP Manaus

II Mesa Redonda “Empreendedorismo Digital a Nova Era do Empreendedor” no Versatil RP

Fonte: Organização

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Multinews: Manoel Marcondes Neto(@MarcondesNeto2) comemora 30 anos de carreira lançando livro, website e vídeo sobre Relações Públicas.

Formado em Relações Públicas pelo Instituto de Psicologia e Comunicação Social da UERJ (22/01/1982), professor há 27 anos na mesma universidade e com uma experiência executiva em organizações como Laboratórios Farmos-Delagrange, Methodos Consultores, República Produções, Universidade Gama Filho, Arthur Andersen, Andersen Consulting, McCormack & Dodge e Accenture, o autor resolveu oferecer ao público em geral, fora da esfera acadêmica, uma visão prática das situações em que as técnicas de relações públicas são úteis e podem geram resultados, com vistas a uma comunicação mais efetiva, transparente e alinhada ao marketing.
Relações Públicas ao alcance de todos

 

A ideia, contudo, nasceu de um compromisso acadêmico, quando das discussões, no âmbito do Sistema CONFERP-CONRERP, das novas diretrizes para o ensino de Relações Públicas. Manoel Marcondes Neto, contando com colegas da área, principalmente Alexandre Coimbra, Heloiza Reis, Marcelo Ficher e Renato Möller, preparou um ensaio e uma apresentação que deram origem a um modelo didático-compreensivo que denominou “os 4 R das Relações Públicas”, numa analogia aos conhecidos 4 P do composto de Marketing (Produto-Preço-Praça-Promoção).
Reconhecimento-Relacionamento-Relevância-Reputação

 

A partir de sólidos conhecimentos na área – o autor é doutor em RP pela ECA/USP, justamente na linha de pesquisa “Relações Públicas: Políticas e Processos” – Manoel Marcondes Neto organizou um modelo que congrega, sob quatro instâncias-macro, os 4 R (Reconhecimento, Relacionamento, Relevância e Reputação), todas as 16 táticas que podem ser empreendidas para a obtenção do que denomina “Relações Públicas Plenas” – meta de toda e qualquer política de comunicação, de empresa grande, média ou pequena, de órgãos de estado a organizações da sociedade civil, e mesmo de indivíduos – pessoas físicas preocupadas em construir, manter, enfim, deixar uma marca.
Livro, website, vídeo… e parcerias
O novo site já estava nos planos há muito tempo – o domínio “rrpp.com.br” foi registrado em 2006 –, quando convidou colegas da profissão, do mercado e da academia, para participar com contribuições na forma de artigos. A Conceito Comunicação Integrada, do jornalista Luis Monteiro, desenvolveu o projeto e o Cannal Z, o vídeo – um resumo do composto de relações públicas –, que teve a participação especial de Ciro Bottini.
“O livro é baseado no ensaio, mas sem jargão acadêmico”, diz, e intitula-se “A transparência é a alma do negócio: o que os 4 Rs das Relações Públicas podem fazer por você”. O autor bebe em inúmeras fontes de autoridade na área, mas procura falar a língua do quotidiano empresarial: “a abordagem não é para todas as organizações, pois algumas passam toda a sua trajetória sem precisar delas, afinal, como sempre digo: na infância das organizações, propaganda; na adolescência, assessoria de imprensa; na maturidade, cidadania corporativa – objeto direto de relações públicas”.
“Tudo isso não seria possível sem aplicar aquilo que Kopplin e Ferraretto ensinam em seu – ótimo – livro ‘Assessoria de Comunicação Social’, em que pregam que a ACS ideal compõe-se de errepês, jornalistas e publicitários. Assim, fui buscar a jornalista Roberta Santo e a publicitária Lucila Komolibus para a empreitada, além de ter tido a benção de Terezinha Santos, que primeiro esboçou este lançamento, e do amigo e guru, Luiz Estevam Lopes Gonçalves, que foi meu professor na FGV”, conclui.
Manoel Marcondes Neto 
Professor adjunto da Faculdade de Administração e Finanças da UERJ; autor de “Relações Públicas e Marketing: convergências entre Comunicação e Administração” (Conceito Editorial, 2008, 2a. edição). Secretário-geral do CONRERP/RJ (gestão 2010-2012). Ministrou, na FCS/UERJ, as disciplinas Administração e Assessoria em Relações Públicas I e II entre 1985 e 2005 e ministra, na FAF/UERJ, as disciplinas “Comunicação Organizacional” no mestrado e “Fundamentos de Marketing” na graduação. Na pós-graduação em Comunicação Empresarial da UFJF, leciona a disciplina “Relações Públicas e Propaganda Institucional”. Colou grau em 1982 no Curso de Relações Públicas do Instituto de Psicologia e Comunicação Social da Universidade do Estado do Rio de Janeiro.
Fonte: Com dados da Twittcam realizada em 28/03/2012
 Blog pessoal de Manoel Marcondes Neto
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Está online a 35.ª edição da Revista @espiritolivre!!

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Demorou mais saiu! Aí estã a edição n. 35 da Revista Espírito Livre. Esta edição, excepcionalmente, trata de artigos relativos as palestras que ocorreram na prmeira edição do Fórum da Revista Espírito Livre, ocorrido em novembro de 2011. Vários de vocês estiveram presentes, o que muito me alegra, e agora, poder compartilhar com vocês um pouco do material que foi discutido no dia do evento, me alegra ainda mais.

Muito obrigado a todos que de alguma forma contribuiram para que mais uma edição da revista ganhasse vida. O meu obrigado a todos aqueles que acreditaram no evento: Prefeitura Municipal de Vila Velha, Itaipu Binacional, Prefeitura Municipal de Vitória, ES Convention Bureau, SERPRO e FAESA.

Quanto ao trabalho de edição deste número um agradecimento especial a Vera Cavalcante e ao Hélrio S. Ferreira.

Abaixo deixo um trecho do editorial da edição.

Organizar um evento não é tarefa fácil. Quem já organizou eventos, mesmo pequenos e de expressão local, sabe que não é uma tarefa simples. Organizar o I Fórum da Revista Espírito Livre foi muito gratificante, entretanto extremamente trabalhoso. Ao final senti aquela sensação de dever cumprido, de missão cumprida. Realmente algo muito bom de sentir.

Mas para quem não acompanhou as notícias do final do ano de 2011, no final do mês de novembro, mais precisamente no dia 29/11, a capital capixaba, Vitória, recebeu a primeira edição do Fórum da Revista Espírito Livre. O evento foi um sucesso e contou com a participação de muitos colaboradores da publicação, além é claro, de vários leitores que estiveram presentes durante todo o dia, em busca de conhecimento, informação de qualidade, ou para conhecer aqueles que fazem a Revista Espírito Livre regularmente.

A principal motivação para a realização do fórum da Revista Espírito Livre surgiu da necessidade de encurtar as distâncias entre leitores e colaboradores, já que a publicação existe apenas como uma revista digital. Outra motivação era a de levantar recursos para ajudar a sustentar a produção da revista, algo extremamente importante. Além disso, a proposta era de, ao final do evento, serem reunidos os trabalhos apresentados durante todo o dia, e compilados em uma edição especial, com a contribuição de textos dos palestrantes e parceiros envolvidos. Esta, portanto, a primeira de muitas. Assim espero.

Já estamos planejando edições em outras cidades, na esperança de poder atingir um público ainda maior de pessoas. Nas páginas desta edição você irá conferir alguns dos principais temas abordados durante o evento ocorrido em Vitória/ES.

Um forte abraço a todos!

Nota de lançamento e download gratuito: http://va.mu/TmXZ

Se você curtiu a revista, que tal dar uma força na divulgação? Temos perfil em rede social @espiritolivre e nosso site htp://www.espiritolivre.orgEstamos abertos à colaboração, sugestões e críticas. Fiquei a vontade e participe.

 Fonte: Assessoria de Comunicação.

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Netnografia: um raio x do consumidor 2.0

Publicado originalmente no site Papos na Rede

 

Netno o quê????

Netnografia é um um estudo, pesquisa qualitativa que visa colher dados e informações sobre consumo e comportamento de indivíduos nas comunidades virtuais. Originou-se no campo da Antropologia e consiste em conectar o pesquisador ao ambiente do pesquisado para assim poder coletar dados extraídos com a participação e observação cultural com relação às comunidades e seu dia a dia, ou seja, incluir ação/participação online, com as comunidades na web, assim, tornando-se um elemento importante dentro da cultura.

Durante sua participação no @paposnarede, Tati Tosi explicou diversas facilidades da web 2.0, deu ênfase à cultura de compartilhamento, o que facilita muito mais a captação dos dados, mapas mentais da pesquisa netnográfica, pois trata-se de milhões e milhões de pessoas compartilhando, criando conteúdos e postando nas diversas redes.

Outro fato interessante que Tati destacou é justamente o pioneirismo deste tipo de pesquisa, pois o mesmo ainda não se encontra presente no nosso país por questão de nosso mercado, infelizmente ainda ter uma mentalidade que não permite arriscar em termos de pesquisas aprofundadas sobre interação de indivíduos nas redes, limitando-se a apenas traçar mensurações de dados, não se atentando para as questões que acompanham as mudanças no cotidiano das pessoas, bem como elas pensam, agem , apreciam, aprendem, estudam, ou melhor, não se dedicam a pesquisar o marketing orientado aos fenômenos sociais.

É fato que este tipo de estudo precisa ser difundido largamente entre as organizações de comunicação, pois permite ir além da pesquisa atual, imagina o quanto deve ser bacana desenvolver e pensar estratégias focadas nas atitudes e interesses das pessoas?

Se você pensar que isso já vem acontecendo, de fato vem, mas a netnografia é a mais nova ciência do marketing! Entender o consumidor, os benefícios que coisas simples como a água pode mudar muito a vida das pessoas, assim como descobriu a empresa Danone ao investir em pesquisa netnográfica.

pesquisa netnográfica revela uma revolução de estudo de marca, consumidor, estratégia e tem tudo para ser tendência no Brasil, pois em nosso mercado existem muitos profissionais habilitados, já que para adentrar no universo deste tipo de pesquisa, precisa ter um pé entre a comunicação e a sociologia, que acredito que nosso país tem de sobra,mas também por ser uma técnica que se for feita de forma correta e ética pode gerar resultados muito bons e estreitar laços entre empresas/organizações e o consumidor, detectando onde está acertando, onde não está bom e onde pode melhorar.

 

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