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Mobilize-se e apoie o Outubro Rosa!


Foi dada a largada para as ações do movimento mundial “Outubro Rosa” , que visa chamar atenção para a triste realidade do câncer de mama e a importância do diagnóstico precoce, para poupar a vida de milhares e milhares de mulheres no mundo inteiro.

Um mês que se torna especial, pois além de divulgar a campanha, serve para tornar sérios os debates sobre a doença que corresponde a 15% das mortes por câncer entre as mulheres.

É importante divulgar e atentar para a doença durante os 12 meses do ano, porém, infelizmente a falta de informação ainda é a principal causa do agravo da doença, principalmente entre as famílias humildes que utilizam do serviço público de saúde, que sabemos todos que deixa bastante a desejar, inclusive muitas cidades brasileiras não tem o aparelho mamógrafo ou estão com peças sucateadas, com defeito, ou não atendem a demanda. O descaso também é um sério fator nesse processo.

Com relação a esta ação mundial, no ensejo de divulgar com graça, elegância e de maneira simples, as contribuições vem de toda parte. Sejam elas através de órgãos públicos que se embelezam através de iluminação rosa, nas mais diversas nuances, os seus monumentos, pontos turísticos, locais históricos, objetivando não somente mostrar a importância da luta contra o câncer, mas também é uma forma de mostrar preocupação, homenagear e dar apoio à valorização da mulher como um dos mais especiais seres.

Como se trata de um movimento popular, o Outubro Rosa conta com a participação de todos. Se você é homem e gostaria de participar, não se acanhe, preste sua homenagem e manifeste seu acolhimento à causa. A responsabilidade de divulgação e de cuidar de quem amamos é nossa, portanto entre nessa, mesmo que seja de forma anônima, ou mesmo incentivando alguém a fazer o autoexame, por exemplo.

A campanha começou dia 12 deste mês e você pode participar fazendo fotos, comentando , gerando e mobilizando ações para conscientizar suas amigas, sua namorada, mãe, avó… A melhor forma de prevenção é a divulgação, portanto, utilize o rosa e espalhe a conscientização!!

 Participe do evento no Facebook, inscreva-se no canal do Youtube e use a Fita Rosa no seu avatar do  Twitter e Facebook!                                                                                                                                                                                                

Até o Blog da PGA está participando dessa campanha!

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Jornada internacional em São Paulo reúne 1.800 empresários e trabalhadores de 37 países em torno da superação da pobreza

A Economia de Comunhão (EdC) completa 20 anos e é na cidade de São Paulo que estarão reunidos cerca de 1.800 empresários e trabalhadores, estudiosos e representantes da socidedade civil de 37 países, a fim de discutir um caminho alternativo para superação da pobreza e da construção de uma sociedade mais justa e fraterna. A jornada internacional será realizada no dia 29 de maio, das 9:30 às 18:00, no Auditório Simon Bolívar, do Memorial da América Latina, com o objetivo de realizar um balanço do que foi feito até o momento e lançar um olhar para os próximos vinte anos.  Entre os países representados no evento estão Costa do Marfim, Nigéria, Filipinas, Coreia, Polônia, Sérvia, Argentina, Bolívia, Peru, França, Alemanha, Canadá e Estados Unidos.

Estarão presentes personalidades civis e religiosas, como os economistas prof. Rubens Ricupero (que fará uma exposição sobre os desafios da economia mundial), ex-ministro da Fazenda e secretário geral da Unctad; o prof. Ricardo Abramovay (USP), especialista em economia solidária; o prof. Walter Barelli (Unicamp), ex-ministro do trabalho e deputado federal; o bispo auxiliar da arquidiocese de São Paulo, dom Milton Kenan Júnior; além do secretário do Meio Ambiente da cidade de São Paulo, Eduardo Jorge.

Durante o evento intervirão, entre outros, o prof. Luigino Bruni, das universidades Milano-Bicocca e Sophia (Itália), autor de artigos e livros sobre a Economia de Comunhão; o prof. Stefano Zamagni, docente de economia da Universidade de Bologna (Itália) e de Economia Internacional na Paul Nitze School of Advanced International Studies da Johns Hopkins University (USA); e a prof. Vera Araújo, socióloga, coordenadora do “Social One”, grupo internacional de estudos sociológicos.

A Economia de Comunhão – Proposta lançada em 1991 pela fundadora do Movimento dos Focolares e vencedora do Prêmio Unesco 1996 para a Educação à Paz, a italiana Chiara Lubich, em visita ao Brasil, a EdC sugere um novo agir econômico, que busca responder à grande disparidade entre ricos e pobres. As empresas da EdC (atualmente quase 800 nos cinco continentes) possuem um estilo de gestão empresarial que reúne economia e comunhão, eficiência e solidariedade. A EdC suscita grande interesse também no plano teórico: mais de 300 teses e dissertações foram apresentadas sobre o assunto, em diversas partes do mundo, inclusive no Brasil, e Chiara Lubich recebeu por conta desta proposta a “Medalha de Honra ao Mérito”, da Universidade de São Paulo (USP), e duas laureas honoris causa em Economia da Universidade Católica de Pernambuco, em 1998, e da Universidade Católica de Milão, em 1999.

O evento será transmitido pela internet pelo endereço www.edc-online.org

 

Para saber mais:

Site: www.edc2011.info/blog

E-mail (credenciamento para a cobertura do evento): imprensa@edc2011.info

 

Informações:

Gilvan David – MTb: 01.609

Tel: (11) 7550-8271

Mariele Previdi – MTb: 39.739

Tel: (11) 9954-4626

Fonte: EdC online Blog Brasil

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Multinews: Vídeos do kit anti-homofobia que provocaram reação

Ele nasceu a partir da constatação de que as escolas brasileiras são, em geral, ambientes hostis para adolescentes homossexuais. Foi desenvolvido com a proposta de ajudar a contornar o problema, e recebeu o sugestivo nome de Kit contra a homofobia. A previsão é que sua distribuição ocorra inicialmente em 6 mil escolas públicas. Mesmo sem ter sido lançado pelo Ministério da Educação (MEC), o material didático, contendo cartilha, cartazes, folders e cinco vídeos educativos, já provoca discussões inflamadas.
Terreno democrático por excelência, a internet se transformou em púlpito para os que apoiam e para os que repudiam o kit, que ganhou a pecha de “Kit Gay”. O debate está mobilizando redes sociais, blogosfera e até virou tema de abaixo-assinados virtuais – contrários e favoráveis ao material. Catalisou a polêmica a declaração do deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ) – o mesmo que sugeriu “couro” para corrigir filho “meio gayzinho” -, que, em sessão realizada no Plenário da Câmara, atacou a iniciativa. O parlamentar também fez um apelo aos colegas de Casa para que impedissem a circulação do kit.
O pronunciamento dele se espalhou pela rede e tem embasado o discurso dos que consideram o material “perigoso” por incentivar a homossexualidade entre os estudantes. O que fez Bolsonaro vociferar foram justamente os vídeos educativos, exibidos preliminarmente em seminário na Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados.
Um deles conta a história do personagem José Ricardo, um adolescente que gostaria de ser reconhecido como Bianca. “O vídeo fala de um travesti, um homem com identidade feminina, mostrando, inclusive, o sofrimento dele em viver em um lugar onde meninos jogam futebol e, quem não joga, é chamado de mulherzinha”, explica Rosilea Wille, coordenadora Geral de Direitos Humanos do MEC, vinculada à Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade (Secad), responsável pelo projeto. Na opinião dela, a forma negativa como o Kit contra a homofobia está sendo recebido é resultado do desconhecimento em relação ao conteúdo do material e dos rumores, amplamente propagados na web.
– Foi colocado que vamos passar informação sobre diversidade sexual e identidade de gênero para crianças de sete anos. Isso nunca foi a decisão do Ministério. O projeto está sendo pensado para o Ensino Médio. Não é um projeto que vai cair de paraquedas nas escolas. Vai ser vinculado à formação dos professores. Há todo um anteparo, uma sustentação pedagógica.
Presidente da Associação Brasileira de Gays, Lésbicas e Transexuais (ABGLT) e um dos idealizadores do kit, Toni Reis, também rechaça as acusações de que os vídeos seriam um estímulo à homossexualidade.
– O que está sendo dito é totalmente distorcido. Não queremos incentivar a homossexualidade. Ela não precisa de incentivo algum. Queremos incentivar o respeito à cidadania, à não violência, à dignidade humana. Quem está falando isso são pessoas homofóbicas, fundamentalistas religiosos. Estes são os grandes incentivadores da violência e do desrespeito – afirma.
Ela ainda explica o caráter do projeto:
– Os vídeos são extremamente didáticos. Explicam a questão do travesti, do bissexual, da lésbica. São muito bacanas porque vão ajudar o adolescente a entender a situação. Muitas vezes, o preconceito vem da desinformação. Estamos super tranquilos com esse trabalho. Ele não vai ser censurado por pessoas homofóbicas.
A vice-presidente do Conselho Federal de Psicologia (CFP), Clara Goldman, que teve acesso ao material, também desconstrói a alegação de que o kit exerceria influência na orientação sexual dos adolescentes.
– O argumento esconde um princípio de que essa sexualidade é ruim e tem que ser combatida, evitada. Essa é a base do pensamento homofóbico. O kit não orienta, não estimula, mas problematiza. Coloca no seu devido lugar a discussão que deve ser feita. O objetivo é que as pessoas LGBT possam ser respeitadas e que caibam na nossa sociedade, nos nossos espaços coletivos, o respeito a essa diversidade.
De acordo com ela, o CFP apoia a iniciativa encampada pelo MEC.
– Acho que a ideia de se produzir um material específico, que possa orientar essa discussão, é muito bem-vinda. Nós apoiamos o kit, mas nosso apoio não se restringe a ele. É em relação à luta pela promoção dos direitos dessa população em todas as políticas públicas, não só na educação. Apoiamos como uma possibilidade a mais de que, na formação, essa questão possa ser discutida com mais qualidade, assentada em princípios que sejam realmente de direitos humanos.
Confira os vídeos no canal da ong nova consciência no youtube
Fonte: Maria da Penha neles!!
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Multimídia & Responsabilidade Social: Efeitos do uso irresponsável de anabolizantes

Não é mais nenhuma novidade que fazer usos de esteroides e anabolizantes causam danos à saude e matam com facilidade, mas parece que isso não intimida as pessoas, pois muitos ainda utilizam essas drogas para deformar a forma do seu corpo. O culto ao corpo está banalizado. Assistimos todos os dias as notícias de jovens que morreram por utilizar-se dessas drogas. Um certo padrão de beleza que obriga as pessoas a se enfiarem em academias, muitas vezes sem nenhuma supervisão médica ou com profissionais da área da educação física. As pessoas parecem combater biotipos, quando é muito magro e quando é muito gordo, nunca houve uma época de tamanha valorização ao corpo como atualmente, e acabam esquecendo que é o conteúdo que conta, e não a beleza.

Mas, o que são essas drogas?

Anabolizantes ou asteróides androgénicos anabólicos, são hormônios sintéticos que estimulam o desenvolvimento de variados tecidos do corpo a partir do crescimento de uma célula e sua posterior divisão.

Segundo especialistas em endocrinologia, o uso da “bomba” para aumentar a força física ou aumentar o seu tamanho não é nada mais que um mito, pois o anabolizante apenas dá um efeito chamado de overtraining que acontece quando a pessoa tem a impressão de que se encontra em condições de enfrentar horas de atividades físicas, dá a sensação de tornar-se mais resistente ao treino. Esse ganho de massa muscular através de íons e da retenção de líquidos. Um sério problema de saúde pública em pleno século XXI e em plena era da informação.

Será que vale a pena arriscar a sua vida em nome da vaidade? Farei uma lista de complicaçãoes e doenças causadas pelo uso excessivo ou não destas drogas. Mas antes, gostaria de falar que anabolizantes, em alguns casos, podem ser utilizados de forma controlada como parte de tratamentos para pacientes em pós operatórios, cacos de osteoporose, desnutrição, além de outras patologias, tais como, deficiência hormonal de testosterona; câncer de mama feminino; anemia; impotência sexual (por insuficiência testicular); retardo pubertário masculino; eunuquismo (castração) e climatério.

Mas como tudo na vida tem um lado positivo e outro negativo, o uso indiscriminado de bombas provoca sérios danos à saude, importante dizer, que listei apenas algumas consequências, pois as complicações caracterizam um caso de problema de saúde pública.

Alguns efeitos colaterais mais comuns:

  • Calvície,

  • Hipertrofia da próstata;

  • Acne;

  • Agressividade;

  • Hipertensão;

  • Limitação do crescimento(os asteroides limitam a ação do crescimento);

  • Aumento do colesterol;

  • Virilização em mulheres (crescimento de pêlos na face, engrossamento da voz, hipertrofia do clitóris e amenorréia);

  • Ginecomastia (excessivo crescimento de mamilos em indivíduos do sexo masculino);

  • Dores de cabeça;

  • Impotência e esterelidade;

  • Insônia;

  • Lesões no fígado (hepatotoxidade);

  • Problemas de tendões e ligamentos (muitas vezes o aumento da força é desproporcional à capacidade de adaptação de tendões e ligamentos);

  • Câncer ósseo;

  • Rigidez muscular.

    Existem várias outras lesões que podem ser irreversíveis.

Essas consequências aparecem com mais frequencia nos indivíduos que fazem uso continuado e frequente, pois para obter os resultados almejados o “tratamento” deve ser feito através de ciclos crônicos, assim aumentando a rapidez com que aparecem os efeitos, mas sempre são efêmeros e fugazes e o interrompimento do uso, acelera a perda do volume muscular também em tempo recorde.

Do ponto de vista esportivo, o uso destas substâncias é caracterizado dopping e é expressamente proibido pelas autoridades esportivas. Já no ponto de vista estético, a cada dia são utilizados não apenas hormônios asteroides, mas também certas dietas e suplementos de origem e fabricação duvidosas, que são mascarados em belas embalagens e comercializados inocentemente em farmácias e casas que vendem suprimentos para atletas, que pouco a pouco vão causando consequências seríssimas e vão mostrando seu efeitos deletérios. O pior é que a cada dia, as indústrias deste tipo de droga, seguem na busca de descobrir mais substâncias com maior potencialidade anabólica e com a ilusão de causar menor impacto virilizante, ou seja, proporcionar apenas o ganho de massa corporal.

Enfim, espera-se que as autoridades competentes aumentem e efetivem o controle e o combate à venda e uso destes medicamentos sem receita médica, e uma campanha de divulgaçao das drásticas consequências dessas práticas absurdas para assim conscientizar a população dos riscos, diminuindo o número dos casos fatais da destruição que é a prática do anabolismo.

Atenção! O vídeo abaixo mostra cenas fortes de um jovem com sérias complicações de saúde devido o uso de asteroides, durante um atendimento hospitalar de emergência.

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