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Jornada internacional em São Paulo reúne 1.800 empresários e trabalhadores de 37 países em torno da superação da pobreza

A Economia de Comunhão (EdC) completa 20 anos e é na cidade de São Paulo que estarão reunidos cerca de 1.800 empresários e trabalhadores, estudiosos e representantes da socidedade civil de 37 países, a fim de discutir um caminho alternativo para superação da pobreza e da construção de uma sociedade mais justa e fraterna. A jornada internacional será realizada no dia 29 de maio, das 9:30 às 18:00, no Auditório Simon Bolívar, do Memorial da América Latina, com o objetivo de realizar um balanço do que foi feito até o momento e lançar um olhar para os próximos vinte anos.  Entre os países representados no evento estão Costa do Marfim, Nigéria, Filipinas, Coreia, Polônia, Sérvia, Argentina, Bolívia, Peru, França, Alemanha, Canadá e Estados Unidos.

Estarão presentes personalidades civis e religiosas, como os economistas prof. Rubens Ricupero (que fará uma exposição sobre os desafios da economia mundial), ex-ministro da Fazenda e secretário geral da Unctad; o prof. Ricardo Abramovay (USP), especialista em economia solidária; o prof. Walter Barelli (Unicamp), ex-ministro do trabalho e deputado federal; o bispo auxiliar da arquidiocese de São Paulo, dom Milton Kenan Júnior; além do secretário do Meio Ambiente da cidade de São Paulo, Eduardo Jorge.

Durante o evento intervirão, entre outros, o prof. Luigino Bruni, das universidades Milano-Bicocca e Sophia (Itália), autor de artigos e livros sobre a Economia de Comunhão; o prof. Stefano Zamagni, docente de economia da Universidade de Bologna (Itália) e de Economia Internacional na Paul Nitze School of Advanced International Studies da Johns Hopkins University (USA); e a prof. Vera Araújo, socióloga, coordenadora do “Social One”, grupo internacional de estudos sociológicos.

A Economia de Comunhão – Proposta lançada em 1991 pela fundadora do Movimento dos Focolares e vencedora do Prêmio Unesco 1996 para a Educação à Paz, a italiana Chiara Lubich, em visita ao Brasil, a EdC sugere um novo agir econômico, que busca responder à grande disparidade entre ricos e pobres. As empresas da EdC (atualmente quase 800 nos cinco continentes) possuem um estilo de gestão empresarial que reúne economia e comunhão, eficiência e solidariedade. A EdC suscita grande interesse também no plano teórico: mais de 300 teses e dissertações foram apresentadas sobre o assunto, em diversas partes do mundo, inclusive no Brasil, e Chiara Lubich recebeu por conta desta proposta a “Medalha de Honra ao Mérito”, da Universidade de São Paulo (USP), e duas laureas honoris causa em Economia da Universidade Católica de Pernambuco, em 1998, e da Universidade Católica de Milão, em 1999.

O evento será transmitido pela internet pelo endereço www.edc-online.org

 

Para saber mais:

Site: www.edc2011.info/blog

E-mail (credenciamento para a cobertura do evento): imprensa@edc2011.info

 

Informações:

Gilvan David – MTb: 01.609

Tel: (11) 7550-8271

Mariele Previdi – MTb: 39.739

Tel: (11) 9954-4626

Fonte: EdC online Blog Brasil

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Cinema: Uma análise crítica sobre o quarto poder

Uma análise sobre o filme de Costa-Gravas e a imprensa contemporânea, manipuladora, sensacionalista e tendenciosa.

Em alusão aos outros três poderes, legislativo, judiciário e executivo, está a mídia situada de forma livre como o quarto poder.

O filme de Costa-Gravas, inaugura o gênero político ao tratar a imprensa e nos fazer refletir a respeito do papel que ela impõe sobre formação de opinião, imagem e sensacionalismo. Um ambiente que ilustra o que é o jornalismo tendencioso e as conseqüentes derrapadas dos profissionais da área, por questões diversas, entre elas a ética para se obter audiência e fama, ou seja, a imprensa mostra-se de forma suja onde não importa quem será atingido com determinada notícia, o que importa é justamente o que se ganha para satisfazer a vontade de superiores ou interesses de editores e da própria indústria inóspita que é a televisão. Mostrar aquilo que interessa mostrar mesmo que não seja absolutamente a verdade, ou mesmo aquilo que me interessa mostrar, de forma alienante, suja e, sobretudo, completamente fabricada.

A televisão fica como na antiguidade, sobrepõe-se a imagem das arenas de gladiadores no Coliseu, na Roma, o espetáculo verdadeiramente de pão e circo. Mostrar aquilo que o povo quer ver, diminuindo a mentalidade e o pensamento crítico, alienando e criando indivíduos desinformados mesmo em tempos de comunicação instantânea.

Traz à rica reflexão sobre a liberdade de expressão, e até que ponto o jornalista pode ou não mostrar o fato nu e cru, além de estender a discussão sobre a nossa sociedade midiática puramente hipócrita, mercenária e sensacionalista, ou seja, trata com tanta profundidade que nos leva a uma reflexão de até que ponto, nós como telespectadores, nos deixamos levar e que peso tem o papel da imprensa em nossas vidas.

Para ilustrar o raciocínio, em nosso estado temos um clássico caso de perseguição à liberdade de expressão. O jornalista paraense Lúcio Flávio Pinto, foi condenado por fazer o jornalismo de forma verdadeira e por esse motivo, sofreu ameaças e responde por processos e há 17 anos vem sofrendo perseguições de representantes de grandes veículos de comunicação da região. O questionamento que fica é justamente, até quando jornalistas serão punidos, processados e mortos por mostrar a verdade ao povo? Está mais do que na hora da imprensa limpar-se e até quando, nós seremos enganados e manipulados pela mídia golpista e sensacionalista? E até onde vai a realidade e a mentira?Como identificá-los? Atentar contra a verdade e a falta de ética é atentar contra a cidadania, cabe a nós, espectadores, ter um pouco mais de senso crítico para saber identificar aquilo que é “verdade” daquilo que não é. Viva os blogs da esquerda suja, como convencionou a se chamar a blogosfera de esquerda que dá a cara a tapa e mostra o que acontece de verdade, sem mentiras ou máscaras ou mesmo interesses que desrespeitem o povo.

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Multimidia & Sociologia Visual

Quando se tem mais de uma área de interesse, convém-se fazer uma junção não é mesmo. Eu adoro o estudo sociológico e adoro a forma de pensar em cada situação do cotidiano. Após a leitura de um trecho do livro SOCIOLOGIA DA FOTOGRAFIA E DA IMAGEM, de José de Souza Martins, resolvi escrever um breve ensaio da concepção do papel exercido pela fotografia dentro do estudo sociológico. Adoro fotografar e adoro a forma como essa arte consegue intervir em nossas vidas. A cada click, emoções são registradas, memórias são eternizadas, mas esse pensar na fotografia vai além de clicar, é mais profundo do que isso. É uma mágica, uma sensação que temos, é como se estivessemos registrando todos os sentimentos e emoções em um pedaço de papel que singnifica muito mais que isso, é como uma máquina do tempo. É como se vivenciássemos aquilo tudo ao se deparar com o registo palpável daquilo que foi vivido.

Espero sinceramente poder passar de forma mais objetiva possível que o ato de fotografar significa bem mais do que pensamos e espero que possam entender a minha mensagem!

Qual o papel da fotografia para a sociologia??

Hoje em dia o ato de fotografar ficou banalizado, perdeu sua essência original que é caracterizada pelo registro de fotos memoráveis, que transpõem a emoção de um momento único vivido. A fotografia é um recurso de memória, mas esta essência se perde ao substituir-se o fotografado por algo manipulado, quer seja humano ou objeto, assim assumindo uma nova personalidade que não condiz com o real e o descaracteriza.
Para a sociologia, a fotografia ainda não possui um registro definitivo no que diz respeito aos meios de observação e registro das realidades sociais, mas isso não a impede de que alguns ramos da fotografia possam acrescentar algo a sociologia, tais como fotojornalismo, e estes acrescentam para com a indagação sociológica, já que a câmera fotográfica nos permite enxergar além da lente, nos trazendo a oportunidade de vivenciar aquele momento que se tornou eterno e que antes pertencia somente ao universo do fotógrafo e agora é compartilhado com todos.
A partir da fotografia, é retratada a realidade de diversas comunidades e sua cultura, nos trazendo conhecimento objetivo através das imagens e dependendo da conveniência do que quem está por detrás da câmara queira nos mostrar, pode-se dar acesso tanto ao real quanto ao irreal.
Este recurso de observação de técnica de pesquisa se perdeu após a sociologia abandonar a objetividade e começou a utilizar-se de técnicas não tão precisas para o estudo das realidades sociais e suas estruturas fazendo com que estas incertezas provocasse crises.
Dramaturgias sociais passaram a ser mais importantes e influenciaram em uma nova concepção cultura, nosso modos de ser começaram a ser concebidos.

Qual o papel da fotografia para a sociologia??
Hoje em dia o ato de fotografar ficou banalizado, perdeu sua essência original que é caracterizada pelo registro de fotos memoráveis, que transpõem a emoção de um momento único vivido. A fotografia é um recurso de memória, mas esta essência se perde ao substituir-se o fotografado por algo manipulado, quer seja humano ou objeto, assim assumindo uma nova personalidade que não condiz com o real e o descaracteriza. Para a sociologia, a fotografia ainda não possui um registro definitivo no que diz respeito aos meios de observação e registro das realidades sociais, mas isso não a impede de que alguns ramos da fotografia possam acrescentar algo a sociologia, tais como fotojornalismo, e estes acrescentam para com a indagação sociológica, já que a câmera fotográfica nos permite enxergar além da lente, nos trazendo a oportunidade de vivenciar aquele momento que se tornou eterno e que antes pertencia somente ao universo do fotógrafo e agora é compartilhado com todos. A partir da fotografia, é retratada a realidade de diversas comunidades e sua cultura, nos trazendo conhecimento objetivo através das imagens e dependendo da conveniência do que quem está por detrás da câmara queira nos mostrar, pode-se dar acesso tanto ao real quanto ao irreal. Este recurso de observação de técnica de pesquisa se perdeu após a sociologia abandonar a objetividade e começou a utilizar-se de técnicas não tão precisas para o estudo das realidades sociais e suas estruturas fazendo com que estas incertezas provocasse crises. Dramaturgias sociais passaram a ser mais importantes e influenciaram em uma nova concepção cultura, nosso modos de ser começaram a ser concebidos.

EXEMPLOS DE SOCIOLOGIA VISUAL

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