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facebook: CRM Social não é mais um mito?

 

Recentemente, o facebook divulgou que agora vai permitir que as empresas possam ligar os dados de seus clientes, incluindo números de telefone e endereços de e-mail de todos aqueles que forneceram essa informação na rede. Pode não parecer muito, mas este movimento, inicialmente servirá para a segmentação de anúncios, o que é grande coisa..

A medida fornece, por exemplo,  que uma companhia de seguros possa ter um cadastro acesso ao banco de dados ligados ao seu endereço de e-mail, que por sua vez será fruto do próprio banco de dados contido no Facebook para melhorar estratégias com seu consumidores que contenham o perfil desejado, assim, gerando a segmentação de público.

Em termos de CRM, a novidade lhes dará a oportunidade de acesso sociais, dados comportamentais para melhorar a sua visão única do cliente. Facebook já é a reivindicação de um estudo de caso de sucesso de uma empresa de serviços (cujo nome não foi revelado) financeiros que dobrou sua base de fãs em duas semanas, e por um CPA muito reduzido.

O que isto significa também é que a mídia social, começando com o Facebook, pode (finalmente e corretamente) começar a integrar-se com os sistemas tradicionais de CRM. Não é uma bala de prata para resolver o enigma CRM social, mas é um começo.

No momento, quando todo mundo fala sobre ‘CRM Social “, muitas vezes só falam sobre segmentação de uma margem de clientes em canais sociais – não sobre a mesclagem dos dados ou sobre os sistemas de CRM poderosos que muitas marcas grandes dependem do mercado para trabalhar em cima dos seus clientes de forma mais lucrativa.

Esse movimento significa que, para as marcas poderem combinar informações de comportamento e de atitude para ajudar a diferenciar, por exemplo, duas pessoas que podem viver ao lado uns dos outros, a mesma idade, mas que se comportam de forma completamente diferente.

Esperar uma reação negativa dos usuários do Facebook a partir dessa novidade, quando alguns ativistas levantarão a bandeira da privacidade pode até causar um barulho, mas poucas pessoas estão realmente se importando com esse fato para reclamar formalmente sobre a forma como os seus dados comportamentais e sociais estão sendo acessado e utilizado por marcas.

Nesse processo, a gente pode tomar alguns cuidados, mas realmente não há muito o que fazer para evitar isso. Na verdade 36% das pessoas realmente esperam que as marcas usem seu perfil para direcionar as mensagens com mais relevância, sendo que, essas estejam dentro do que cada um considera como interessante, levantando aí mais uma questão para que a própria redes social tenha o devido cuidado na hora de fechar negócios usando nossos dados.

Para os usuários, o facebook precisa continuar mantendo sua liderança no mercado como um lugar de grande interação social e digital, inovando e utilizando sempre de máxima transparência. E aos seus acionistas, o facebook precisa provar que continua cada vez mais interessante e irresistível aos anunciantes, que por sua vez, estão investindo pesado e procurando entender mais o público que desejam atingir. Assim, todos cumprem suas metas de receita e a rede social perpetuará sua preferência na internet.

É uma perspectiva atraente para as marcas e, principalmente vai continuar a ser um tema quente para nós e para o futuro do Marketing Digital.

Fonte: EConsultancy

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A relação entre a Defensoria Pública e o trabalho de Relações Públicas

É defeso o direito de todo ser humano ter qualidade de vida, saúde, educação e sobretudo, direito a segurança e liberdade. A esta liberdade, quem deve zelar sempre além do próprio ser humano, de saber os limites onde esta acaba e inicia a do outro.

Para garantia desses como garante a nossa Constituição Federal e outros direitos, há a necessidade de criação de órgãos, tanto reguladores quanto asseguradores de liberdade em sua amplitude. A vida é repleta de situações que nos levam a cometer erros, às vezes, pensado ou não e nos é dada uma segunda chance, tanto de recomeçar quanto de responder de forma justa por todo e qualquer ato de irresponsabilidade ou à própria margem da lei que nos regulamenta.

Nem todos tem condições de garantir a própria defesa, daí entra o estado e seu papel como prestador de assistência ao cidadão, lhe oferecendo a garantia de defesa jurídica integral e gratuita a toda a população que venha a precisar deste serviço, pois sabe-se que processos sempre demandam despesas muitas vezes altas e muitos não podem e não estão dispostos a custear, principalmente oportunizar os que mais necessitarem.

É deste órgão a responsabilidade de nos representar juridicamente e concretizar de forma mínima este dever do estado de garantir o que está prescrito em nossa máxima e ampla carta magna de direitos. Não podendo negar qualquer pessoa ou problema que for apresentado.

E nesta esfera federal que podemos contar com a Defensoria Pública, pois seus trabalhos incluem estado e governo federal, ou seja, é portadora da capacidade de orientação e postulação e defesa de interesses e direitos dos cidadãos. Ações de família, cíveis, criminal, trabalhista, alimentícia, separação, divórcio, não importa, pois sempre poderemos contar com essa ajuda da tão falada justiça. E seu papel não fica limitado somente às ações, mas principalmente atua na orientação de casos e conciliações, apontando possíveis soluções e medidas a serem tomadas.

E nesta esfera federal que podemos contar com a Defensoria Pública, pois seus trabalhos incluem estado e governo federal, desenvolvendo trabalhos que incluam instâncias administrativas, federais, eleitorais, , trabalhistas, STF, justiça do trabalho e outras instâncias da União, ou seja, uma verdadeira portadora da capacidade de orientação e postulação e defesa, garantindo que tenhamos direito de ter direitos.

Se a Defensoria Pública é tida como um verdadeiro meio de acesso do cidadão à justiça, qual a perspectiva do profissional de relações públicas neste processo?

O relações públicas é o profissional da comunicação capacitado à lidar com as mais diversas rotinas. É dele a importância de gerir a comunicação e o relacionamento dos mais variados públicos e setores da sociedade. Uma de suas características mais fortes é o fato deste ser um generalista e como generalista, deve pensar de acordo com a instituição que representa.

Identificar os nodos da comunicação entre o cidadão e a própria justiça, neste processo deve ser a prioridade máxima tanto de quem toma conta de assessorias de comunicação, como de quem gere comunicação interna e externa. É uma tarefa árdua, sim, mas nada impossível de se realizar, se colocarmos sempre em mente a necessidade de pensar o ser humano e de pensar em melhores estratégias para trabalhar tanto as relações como o próprio andamento dos trabalhos da Defensoria Pública.

Neste aspecto, temos como base as perspectivas de um comunicador que deve estar sempre pronto a não somente identificar crises de imagem, reputação e afins, mas como imediatamente ou antes de qualquer crise ou problema de informação, saber lidar sempre com a mais absoluta transparência em sua comunicação, observando o fato de que em nosso país a realidade moral e social nos leva a sempre duvidar de tudo, da veracidade das coisas e principalmente da imagem das instituições provedoras de justiça, que infelizmente andam com sua reputação arranhada.

Sabendo-se disso, o relações públicas, deve estar sempre informado, preparado a atuar e estar frente aos públicos, fazendo uma “ponte” entre a organização e a sociedade em geral. Manter sempre a ética no ambiente de trabalho e no próprio trabalho é essencial, portanto, na Defensoria Pública e o trabalho do relações públicas, um complementa o outro, pois sem comunicação clara, sem verdade não há justiça. Se há relações públicas, há seres humanos e sem eles nada é possível.

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Política de Humanização em Hospitais Públicos: Uma oportunidade de “ver” e “fazer” Relações Públicas

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Oferecer atendimento de qualidade utilizando os avanços tecnológicos, sabendo sempre acolher, ouvir e respeitar o outro, principalmente trazer a melhoria da qualidade do trabalho dos profissionais de saúde é o que busca o Plano Nacional de Humanização do SUS.

Núcleos de humanização aos poucos estão sendo implantados nos hospitais e a demanda por profissionais de RP é crescente para realizar trabalhos que vão além da consolidação da imagem, planejamento de ações de marketing e relacionamento, tratando de manter sempre a informação ao alcance de todos e ser sempre transparente faz toda a diferença frente a um processo de humanização onde o mais importante é criar laços e estreitar cada vez mais a confiança do público com o trabalho da organização.

A atuação do profissional no projeto de humanização se aliada a boas estratégias tem tudo para dar certo, os profissionais da saúde trabalharão em um ambiente seguro, participando, dando sugestões e elogios que sempre são monitorados pelo RP afim de aplicar sempre as ideias produtivas, ampliando também o diálogo e a aproximação dos mais diversos setores dentro do hospital.

Unir comunicação interna e trabalhar RH para diminuir fragmentação e verticalização dos processos de trabalho que enfraquecem as relações no ambiente de trabalho  somam uma série de fatores importantes dentro deste reposicionamento de ideias e comportamento, principalmente por se tratar de um serviço público de saúde, que muitas vezes tem a imagem arranhada em termos de serviço no país e esta reconquista precisa ser feita e o profissional mais indicado para atuar nesta questão é o Relações Públicas, pois reúne ferramentas necessárias para resolver crises e evitá-las também por ter entre as suas principais características a visão além do ser humano, a sensibilidade para perceber oportunidades, dimensões sociais e subjetivas, o que e onde mudar, pois detém de técnicas apropriadas para alinhar o trabalho colaborativo e de valorização profissional, colocando sempre as estratégias que melhor se adequem a cada caso.

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MDA destaca práticas sustentáveis da agricultura familiar na Rio+20

Ministério do Desenvolvimento Agrário promete ressaltar a importância da agricultura familiar durante a Conferência das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável

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Esta será a principal contribuição do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) para a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio + 20, que ocorre de 13 a 22 de junho, na cidade do Rio de Janeiro (RJ). A pasta marca presença em importantes áreas do evento: no Espaço Brasil — que vai apresentar as políticas públicas brasileiras voltadas à sustentabilidade – e na Arena Socioambiental — focada em debates sobre o tema com a participação da sociedade civil organizada. A Praça da Sociobiodiversidade é outro espaço que terá a presença do MDA que está apoiando a exposição de produtos diversos da agricultura familiar, como os tapetes de sisal do bioma Caatinga, o suco de bergamota orgânico do bioma Mata Atlântica e as castanhas do Brasil do bioma Amazônia.

Em uma área de 540 metros quadrados, na Praça da Sociobiodiversidade serão expostos produtos de 23 empreendimentos familiares originários dos biomas da Caatinga, Cerrado, Amazônia e Mata Atlântica. Também haverá a exposição da produção do projeto Talentos do Brasil, com suas roupas e acessórios confeccionados pelas mãos de trabalhadoras rurais. Os participantes da Rio+20 terão, assim, a oportunidade de conhecer e comprar alimentos, artesanatos, cosméticos e roupas produzidos por agricultores familiares de cerca de 20 estados brasileiros.

“Teremos uma mostra bem rica dos produtos dos nossos principais biomas, produtos com grande potencial de consumo – seja por suas qualidades nutricionais, medicinais, seja pelo sabor, características muito específicas – principalmente porque demonstram a capacidade de gerar renda preservando, usando com sustentabilidade a mega biodiversidade que o Brasil tem e o conhecimento tradicional do nosso país”, diz Arnoldo de Campos, diretor do Departamento de Geração de Renda e Agregação de Valor da Secretaria da Agricultura Familiar do MDA. “Estamos promovendo a geração de renda com a floresta em pé, a partir de produtos que são feitos por comunidades rurais e oriundos da nossa biodiversidade”, afirma Campos.

“A Rio + 20 é uma oportunidade única para que a comunidade internacional volte a atenção para a centralidade da agricultura familiar em relação à agenda do desenvolvimento sustentável. A agricultura familiar, como modo de produção agrícola e estilo de vida, é a única que dialoga com as três dimensões deste modelo: a social, com a geração de emprego; a ambiental, por ser a cultura que mais preserva os recursos naturais; e a econômica, com a geração de renda e dinamização dos mercados locais”, aponta Francesco Pierri, chefe da Assessoria para Assuntos Internacionais e de Promoção Comercial do MDA.

No Espaço Brasil, em frente ao RioCentro, o Governo Federal apresentará as políticas brasileiras em consonância com a sociobiodiversidade, entre elas as implantadas pelo MDA. “A importância será a de apresentar, de maneira unificada e coordenada, a evolução do Brasil no aspecto do desenvolvimento sustentável, tema geral da conferência, que envolve as vertentes econômica, social e ambiental, tendo como referência temporal a Rio-92, evidenciando o caminho percorrido até o estágio atual e destacando os desafios para os próximos anos”, explica Mônica Zerbinato, coordenadora da Unidade de Sustentabilidade da Agência Brasileira de Promoção de Exportação e Investimentos (Apex-Brasil), responsável pela organização do espaço.

Na Arena Socioambiental, no aterro do Flamengo, o MDA participa de debates a fim de promover a agricultura familiar e os principais programas da pasta. No local, será realizada a Cúpula dos Povos – espaço destinado à discussão do Governo Federal com os movimentos sociais — ao todo, serão 14 dias de debates. Além disso, será montado um Café (lanchonete) na Arena, onde a maior parte da alimentação oferecida será oriunda da agricultura familiar.

Preparação
Em abril deste ano, o MDA organizou, em parceria com o Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA), o Congresso Virtual Internacional Economia Verde e Inclusão Socioprodutiva: o papel da agricultura familiar. O encontro reuniu especialistas de diversas áreas e representantes da sociedade civil para discutir questões que serão destaques na Rio + 20. As palestras foram focadas em três eixos: desenvolvimento rural sustentável, soberania alimentar e recursos naturais, produção e consumo responsáveis. Após as exposições, os internautas fizeram perguntas aos palestrantes. Durante os 21 dias de congresso, foram registrados mais de 5,5 mil acessos.  As contribuições, que serão consolidadas em um informe técnico que o MDA e o IICA , serão apresentas na Conferência das Nações Unidas, em junho.

Rio + 20
A Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, será realizada de 13 a 22 de junho de 2012, na cidade do Rio de Janeiro. O evento marca os vinte anos de realização da Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento (Rio-92) e visa contribuir para definir a agenda do desenvolvimento sustentável para as próximas décadas. O objetivo principal é reafirmar o compromisso político com o desenvolvimento sustentável, por meio da avaliação do progresso e das lacunas na implementação das decisões adotadas pelas principais cúpulas sobre o assunto e do tratamento de temas novos e emergentes.

A Conferência terá dois temas centrais a economia verde no contexto do desenvolvimento sustentável e da erradicação da pobreza e a estrutura institucional para o desenvolvimento sustentável. A Rio + 20 é a quarta Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável. As três anteriores foram a de Estocolmo, em 1972, a Rio 92, em 1992 e a Rio+10 realizada em 2002, na África do Sul.

Publicado originalmente no site do Ministério do Desenvolvimento Agrário.

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Rio +20: A Conferência das Nações sobre Desenvolvimento Sustentável

O desafio de transformar ideias em soluções práticas no que tange o Desenvolvimento Sustentável e encontrar um consenso sobre os mais diversos assuntos e interesses. Esse é o principal objetivo da Carta da Amazônia, documento a ser apresentado durante a Conferência das Nações sobre Desenvolvimento Sustentável, a tão comentada Rio mais 20.

As discussões sobre o teor do que será apresentado no evento, ocorrerão entre os dias 13 e 22 de junho na cidade do Rio de Janeiro. Estas propostas contemplam temas pertinentes ao desenvolvimento da região, representada pelos estados de Amapá, Amazonas, Roraima, Acre, Rondônia, Tocantins, Maranhão e Pará, onde paralelamente serão pautadas sob a visão das chamadas “economia verde” e “institucionalidade global”.
Traçar metas para o desenvolvimento sustentável será um dos principais focos da programação da Rio +20, bem como captar formas e visões diferentes e sugestões de ações práticas para consolidar as mudanças necessárias, objetivando fazer ideias se tornarem realidade.
Para Justiniano Netto, secretário extraordinário do Programa Municípios Verdes, deve tornar-se a prioridade máxima a contemplação das questões que envolvem os serviços ambientais e a “herança verde” deixada pelos projetos instalados na Amazônia, notadamente nos setores de mineração a energia.
Sem dúvidas, a maior contribuição que devemos deixar às próximas gerações é justamente a conscientização da preservação do meio ambiente, dos recursos naturais, assim, preservando a própria humanidade, afinal, sem nossas ações e ideias novas será difícil modificar as projeções negativas que envolvem as questões naturais. Mudar a forma de pensar, requer atitude e coerência e o momento de promover isso é agora.
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