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Lúcio Flávio Pinto participa da Conferência de Abertura do Mídia Cidadã 2011

Publicado originalmente no Blog Mídia Cidadã 2011

“Nossa missão é alimentar a sociedade com informações verdadeiras, sem privilegiar interesses de terceiros”. Esse foi um dos pontos apresentados pelo jornalista e sociólogo Lúcio Flávio Pinto durante a Conferência de Abertura do Mídia Cidadã 2011, intitulada “Como comunicar a verdade da Amazônia”, realizada na quinta-feira, 20.

“A verdade é um meio de libertação, mas muitas vezes essa verdade é reprimida. Os jornalistas não podem se intimidar diante da verdade. Nós, comunicadores, temos o direito e o dever de falar a verdade, de falar os fatos sem ter a possibilidade de eles serem contestados”, afirmou o fundador do Jornal Pessoal, criado há mais de vinte anos e que circula até os dias atuais. O impresso se destaca por não possuir vínculo a nenhum grupo político e/ou empresarial.

A configuração político-econômica da Amazônia também foi discutida pelo jornalista. Em relação ao processo de desmatamento e o desenvolvimento da região, Lúcio afirmou que na Amazônia, quanto mais notável o desenvolvimento, maior é a colaboração para o desaparecimento dos recursos naturais, e a falta de compromisso da grande mídia com a verdade contribui para o processo. “As pessoas tem medo da floresta, elas tem raiva e querem transformá-las de acordo com a sua maneira e estilo de vida”, opina Lúcio Flávio Pinto.

O jornalista ainda questionou a existência da opinião pública na Amazônia e como isso implica na sua prática do jornalismo: “o que importa é saber o que está por trás de uma palavra de ordem, pois podemos estar cometendo um terrível erro, um terrível julgamento. Não podemos ser coniventes com mentiras e até mesmo com as ‘falsas verdades’ ou com as ‘mentiras bem contadas’ que nos impõem”, ressalta Lúcio.


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Multinews: Inscrições abertas para a II Mostra e Analítica de Games (MAG) e Workshop de Desenvolvimento de Jogos da Amazônia (WDJA).

 
O IESAM, na figura dos Cursos de Sistemas de Informação e Engenharia de Computação, em parceria com o Grupo BelJogos, promove mais uma edição do Workshop de Desenvolvimento de Jogos da Amazônia (WDJA), a ser realizado no período de 30/05 a 04/06.
O WDJA é um espaço aberto onde além de divulgar e incentivar a cultura de produção de Games, pretende também abrir espaço aos empresários, alunos, profissionais e os diversos setores da sociedade para conhecer a produção de nossa região.
Descritivo do WDJA
 

De acordo com Daniel Cervantes, diretor da divisão de games e entretenimento da Microsoft para a América Latina, o Brasil ocupa a 15ª posição no ranking mundial de videogames, com 600 mil consoles vendidos anualmente. Ao lado de Rússia, Índia e China, o Brasil integra o BRIC, grupo de países extremamente atraentes para os negócios, devido a fatores como população acima dos cem milhões de habitantes, área geográfica extensa e PIB superior a US$ 500 milhões. Portanto, temos pleno potencial para ser o maior mercado de games da América Latina, posição atualmente ocupada pelo México.

Hoje os Jogos estão bem difundidos entre as pessoas e para um público bem diversificado que vai desde crianças até idosos, no entanto, o processo de desenvolvimento destes jogos ainda não é comum entre as pessoas, onde tal prática pode e deve ser incentivada, sobretudo no que refere-se ao estímulo e ao surgimento de novos profissionais neste ramo de atividade.

O mercado de jogos fatura bilhões de dólares todos os anos, segundo a Entertainment Software Association, no entanto, a região norte está à margem deste processo, tendo raras produções, e quando estas surgem, possuem pouco ou nenhum incentivo local ou regional.

Informações: magwdja 
Twitter: @MAGDWJA 
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Açaí: Sabor da Amazônia

Inaugurando hoje mais uma coluna e desta vez para tratar de assuntos e trazer fatos interessantes e curiosidades sobre os encantos deste país paralelo chamado Amazônia.

A coluna Cultura Amazônia trará sempre uma música de um cantor da terra e curiosidade sobre tudo o que tem por trás da floresta.

Aguardem, prometo muita coisa legal!!

A música:

Nilson Chaves é compositor e um dos mais respeitados músicos da região. É conhecido internacionalmente e um de seus maiores sucessos é a música “Sabor Açaí”.

A relação de Nilson com a música e com a floresta, vai além de sua essência e transborda em suas composições. Um fato interessante em seus shows é um delicioso aroma de patichouli e suas características pessoais são a simplicidade e a sua voz suave, que lembra o canto de um rouxinol.

Aqui um pouquinho mais sobre o músico: http://nilsonchavesamazonia.blogspot.com/2008/07/discografia.html

 

Açaí: Algumas curiosidades sobre o fruto

CLASSIFICAÇÃO CIENTÍFICA

Reino: Plantae
Divisão: Magnoliophyta
Classe: Liliopsida
Ordem: Arecales
Família: Arecaceae
Gênero: Euterpe
Espécie: E. oleracea

+ Sobre o Açaí

  • A árvore que produz o açaí chama-se açaízeiro. É uma espécie de palmeira encontrada no Amazonas, Pará, Maranhão, Acre e Amapá.
  • O açaí pode ser consumido de diversas formas: sucos, doces, sorvetes e geléias. Atualmente é muito consumido o açaí na tigela, onde a polpa é acompanhada de frutas e até mesmo de outros alimentos. Na região amazônica, a polpa do açaí é muito consumida com farinha de mandioca ou tapioca.
  • A polpa do açaí é um ótimo energético, sendo que cada 100 gramas possui 250 calorias.
  • O açaí é uma fruta rica em proteínas, fibras e lipídios.
  • Encontramos nesta fruta as seguintes vitaminas: vitaminas C, B1 e B2.
  • O açaí também possui uma boa quantidade de fósforo, ferro e cálcio.
  • A indústria de cosmésticos nacional e internacional está utilizando o açaí para produzir cremes, shampos e outros produtos de beleza.
  • As sementes do açaí são utilizadas no artesanato da região norte.
  • As folhas do açaízeiro são usadas para a produção de produtos trançados (bolsas, redes, sacolas, etc) e, devido sua resistência, serve como cobertura de casas (produção de telhados).

 

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