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Ética profissional: Como sobreviver sem ela?

 

 

Em um mundo de globalização e crescimento desenfreado, a natureza humana vai sofrendo transformações sociais e morais e os valores são invertidos. As competições tornam-se cada vez mais acirradas e desleais, onde prevalece a lei do mais forte e do mais esperto.

A pressão, a preocupação de estar sempre bem colocado, a promessa de melhoria de cargo em determinada empresa, colabora para que nossas atitudes diante do mercado profissional não sejam medidas, nem muito menos refletidas, com isso, não nos damos, mas conta nossos atos podem influenciar na vida dos outros e que nossa liberdade é do tamanho da nossa responsabilidade.

Ética é um assunto bastante complicado para se tratar nos dias atuais. A cada dia é descoberto mais um caso de falta de decoro, de honestidade na política brasileira. É frustrante nos depararmos com tamanhas traições, e o pior nisso tudo é que elas vem de pessoas a quem confiamos um dos nossos maiores bens: o nosso voto.

Será que é possível ser bem sucedido profissionalmente sem ferir as normas éticas?

Segundo o consultor, palestrante e escrito Mario Persona, os profissionais do século XXI tem sérias dificuldades com relação a hierarquia, pois exige comportamento ético para com a empresa que representa, assim como diante dela e de seus clientes, fornecedores e, acima de tudo, os seus concorrentes. Mas para exigir que seus funcionários comportem-se de forma honesta e correta, logicamente que os chefes devem dar o exemplo, nem sempre é o que acontece, infelizmente, mas é questão de estímulo dentro do ambiente corporativo.

Ética vem de berço, se aprende e habitua-se a ela. Procure saber administrar essas situações diante das crianças que crescem vendo casos de corrupção, inclusive os próprios pais servem de mau exemplo ao furar uma fila na padaria. Procure sempre praticá-la e segui-la. Repasse aos seus filhos, mostre a eles o quanto é importante manter esse modo de comportamento e que ao desobedecê-lo, corremos o risco de prejudicar não somente o próprio bem estar, mas também o de toda a sociedade.

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Cinema: Uma análise crítica sobre o quarto poder

Uma análise sobre o filme de Costa-Gravas e a imprensa contemporânea, manipuladora, sensacionalista e tendenciosa.

Em alusão aos outros três poderes, legislativo, judiciário e executivo, está a mídia situada de forma livre como o quarto poder.

O filme de Costa-Gravas, inaugura o gênero político ao tratar a imprensa e nos fazer refletir a respeito do papel que ela impõe sobre formação de opinião, imagem e sensacionalismo. Um ambiente que ilustra o que é o jornalismo tendencioso e as conseqüentes derrapadas dos profissionais da área, por questões diversas, entre elas a ética para se obter audiência e fama, ou seja, a imprensa mostra-se de forma suja onde não importa quem será atingido com determinada notícia, o que importa é justamente o que se ganha para satisfazer a vontade de superiores ou interesses de editores e da própria indústria inóspita que é a televisão. Mostrar aquilo que interessa mostrar mesmo que não seja absolutamente a verdade, ou mesmo aquilo que me interessa mostrar, de forma alienante, suja e, sobretudo, completamente fabricada.

A televisão fica como na antiguidade, sobrepõe-se a imagem das arenas de gladiadores no Coliseu, na Roma, o espetáculo verdadeiramente de pão e circo. Mostrar aquilo que o povo quer ver, diminuindo a mentalidade e o pensamento crítico, alienando e criando indivíduos desinformados mesmo em tempos de comunicação instantânea.

Traz à rica reflexão sobre a liberdade de expressão, e até que ponto o jornalista pode ou não mostrar o fato nu e cru, além de estender a discussão sobre a nossa sociedade midiática puramente hipócrita, mercenária e sensacionalista, ou seja, trata com tanta profundidade que nos leva a uma reflexão de até que ponto, nós como telespectadores, nos deixamos levar e que peso tem o papel da imprensa em nossas vidas.

Para ilustrar o raciocínio, em nosso estado temos um clássico caso de perseguição à liberdade de expressão. O jornalista paraense Lúcio Flávio Pinto, foi condenado por fazer o jornalismo de forma verdadeira e por esse motivo, sofreu ameaças e responde por processos e há 17 anos vem sofrendo perseguições de representantes de grandes veículos de comunicação da região. O questionamento que fica é justamente, até quando jornalistas serão punidos, processados e mortos por mostrar a verdade ao povo? Está mais do que na hora da imprensa limpar-se e até quando, nós seremos enganados e manipulados pela mídia golpista e sensacionalista? E até onde vai a realidade e a mentira?Como identificá-los? Atentar contra a verdade e a falta de ética é atentar contra a cidadania, cabe a nós, espectadores, ter um pouco mais de senso crítico para saber identificar aquilo que é “verdade” daquilo que não é. Viva os blogs da esquerda suja, como convencionou a se chamar a blogosfera de esquerda que dá a cara a tapa e mostra o que acontece de verdade, sem mentiras ou máscaras ou mesmo interesses que desrespeitem o povo.

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