Multimidia Luv Life

Meu diário Multimídia

Um pouco sobre a “dramática” da Língua Portuguesa

Hoje você vai ler um post muito diferente de tudo que já rolou por aqui. Eu tenho uma grande preocupação com o uso correto da gramática, mas como ninguém é de ferro, de vez enquanto vejo uns deslizes pelas redes sociais, assim como eu mesma já cometi por falta de atenção. O que me chama atenção é que alguns erros são tão comuns, coisas que passamos a vida toda lidando, mas sempre caímos no erro de escrever sem ao menos consultar algo de grande valia pra quem trabalha com redação e afins, que é o dicionário.

P.S.: Eu adoro O Bagno! Esse linguista introduziu o termo “dramática” sobre o a maneira de ensinar a LP na sala de aula.

Nossa, eu sempre consulto quando estou com dúvidas e meu preferido da internet é o.Dicionário Priberam da Língua Portuguesa

Em sites ou redes sociais de empresas, qualquer que seja o erro, ele é inadmissível. Mídias sociais trazem consigo a imagem da marca, o que ela quer passar para o público e erros gramaticais podem comprometer não só a marca, mas em tempos de redes sociais e disseminação de gafes, pode ter uma repercussão que desconstruirá completamente o andamento do sucesso de determinada empresa. Nessas horas, não há dúvida da importância de um revisor/editor, afinal ninguém quer colocar a perder tudo o que conquistou por causa de um deslize não é mesmo?

E em se tratar de perfis pessoais, o erro é ainda mais feio, pois os recrutadores estão de olho nas suas redes sociais e escrever corretamente, além de causar uma boa impressão, é sua obrigação atentar para esses detalhes.

Infelizmente, a maioria de nós foi alfabetizada de forma traumatizante e da mesma forma encara a gramática e suas regras. Essa coisa de ter a obrigação de diferenciar os vários tipos de porquês, mais, e etc, não foram nos passados de uma forma mais didática, compreensível e até prática. Fui estudante de Letras por três semestres e tenho verdadeira paixão por linguística e gramática e sei identificar muito bem as dificuldades do ensino da língua materna(adoro chamar de vernácula! rsrs), principalmente nas escolas públicas com todas as questões que nem preciso listar aqui, pois todos nós como brasileiros conscientes sabemos o que se passa nossa educação.

Mas não vamos apenas colocar a culpa nas dificuldades e traumas do ensino da gramática, vale a pena confessar que há também um grande desinteresse em se adequar à língua padrão, que estabelece limites cruciais e que na escrita deve ser seriamente respeitada, com todas suas normas e padrões estabelecidos, mas na fala tudo é liberado (oi?).

Meu pai sempre dizia que quem tem o hábito de ler, exercita não somente o intelecto, mas também as práticas gramaticais. O que significa que… ? Quando a gente lê, nosso vocabulário aumenta e também nos confrontamos com a ampliação de conhecimentos. Leitura e escrita estão diretamente ligadas no nosso processo de desenvolvimento mental!

Não adianta querer ser o expert em interpretação de textos se na hora de explicar o que leu, assistiu a pessoa se embananar pra escrever uma redação. Essa coisa de fazer redações em entrevistas de emprego é justamente pra testar a quantas anda a nossa gramática e o domínio que a gente tem sobre a nossa língua, o que deveria ser nossa obrigação. Tem que se dedicar à leitura e à produção de textos, afinal ninguém merece um comunicador sangue-suga, desses que não escreve nada e fica apenas se alimentando de textos dos outros. Acredite, por mais que você não curta escrever, compartilhe nem que seja um podcast ou vídeo falando do que você gosta, com o que você trabalha e do seu jeito, as possibilidades são diversas e o que vale é a intenção de compartilhar.

Tirando a enrolação, vamos ao que interessa: a gramática! Por favor, espero que você não tenha fechado a janela, pois a melhor parte vem agora.

Vamos fazer uma viagem ao túnel do tempo… Se imagine na quarta série agora, numa aula sobre acentuação gráfica.

Sua professora começa falando sobre a acentuação das palavras oxítonas, que são aquelas cujo acento tônico cai na última sílaba. Ela explica que TODAS as palavras oxítonas terminadas em “A”, “E” e “O”, seguidas ou não da consoante “S”.

Exemplo: Maná, café, convés, inglês, curió, pivô, sofá, atrás.

Muito esperto, você pergunta: Psora,  mas não existem apenas 3 vogais, quede o “I” e o “U”? Elas entram nessa regra?

Para as vogais “I” e “U” existe uma regra especial, que diz o seguinte:

Não devemos acentuamos as palavras oxítonas terminadas em “I” e “U”, seguida ou não de “S” caso elas venham precedidas de outras vogais, como é o caso de caju, urubu, Parati, Bauru, Abacaxi…

Se caso, elas vierem precedidas de consoantes, formando um hiato(encontro de duas vogais que pertencem a sílabas diferentes), ou seja, é quando as duas vogais formam sílabas sozinhas, aí sim deve-se acentuar a palavra.

Exemplo: Baú, Piauí, aí, país, Anhangabaú…

Deu pra relembrar essa regrinha básica da quarta série? 😀

Então, não saia por aí acentuando certos monossilábicos tônicos semelhantes ao símbolo do elemento cobre, pois sem trocadilhos e piadinhas, falando sério agora, não acentue essa palavra pelo amor de Deus!! hahaha pois a regra equivale para limar, destruir, deletar todo e qualquer acento em monossilábicos tônicos terminados em “Í” ou “Ú”, exceto se for em casos onde existam o “ÉI”, “ÉU” ou “ÓI”, seguidos ou não de “S”.

Espero que tenha sido clara e que todos possam ter entendido o que eu quis dizer.

Você pode até xingar, mas pelo menos não vai cair no mesmo erro, não é verdade?

Porque esse humilde blog também tem comprometimento com a cUltura!

Algumas sugestões de Leitura:

  • Gramática sem segredos: Lorena Menón;
  • Sofrendo a gramática: Mario Perini;
  • Gramática da Língua Portuguesa: Pasquale Cipro Neto.

 

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Multinews: Lançada edição n.26 da Revista Espírito Livre!

Crowdsourcing é uma nomenclatura recente para algo que todos conhecemos bem. A construção colaborativa através da rede já vem sendo feita a muito tempo. Vários projetos de código aberto foram produzidos e se tornaram o que são justamente por causa da construção coletiva de vários entes, vários nós, pontos interligados em uma grande teia. E o que antes era um passatempo nerd, se tornou o motor de muitos projetos.

Alguém aí já pensou em como seria as nossas vidas sem a construção coletiva, responsável por exemplo, pela criação, manutenção e crescimento da Wikipédia? E as mobilizações que hoje são feitas através das redes sociais com os mais diversos propósitos? Projetos são criados, mantidos, remunerados e atingem maturidade através de vários pares de mãos, dezenas de dedos, milhares de IPs, espalhados mundo a fora. Compartilhar e constribuir com o outro são valores que aprendemos desde criança. “Reparta o seu lanche com o seu coleguinha”, ou “divida o seu biscoito com seu amigo”; você certamente já ouviu estas frases proferidas por entes queridos, pessoas que se importavam com você. Uma pena que tais valores, com o passar do tempo foram sendo esquecidos. Em uma sociedade como a nossa, o inteligente não é quem compartilha, mas sim aquele que esconde. Convido-o a reflitir os novos valores da sociedade…

Onde erramos?! Erramos? Ou tudo não passa de uma evolução (ou regressão)? Devaneios que esta edição apresenta em diversos artigos, ora técnicos, hora reflexivos e que nos leva a pensar, tentar entender o que hoje vivemos. E para nos ajudar a entender um pouco mais sobre este tema conversamos com Carl Esposti, criador do site Crowsdsourcing.org. Esposti clarifica o termo, com exemplos reais e palpáveis. Outros colaboradores como Alexandre Oliva, João Carlos Caribé, Ana Brambilla, entre outros, igualmente tratam o tema, com rigor e foco. Além do tema em questão, contribuições diversas e que merecem destaque!

A partir desta edição a Revista Espírito Livre também incluirá uma seção exclusiva sobre LibreOffice, a suíte de escritório líder e que certamente você utiliza. Se ainda não a instalou, não perca tempo. Existem versões para GNU/Linux e outros sistemas operacionais disponíveis no mercado. Diversas distribuições GNU/Linux, como Ubuntu, Fedora, OpenSuSE, Linux Mint, Debian e tantas outras já trazem o LibreOffice ou em suas mídias de instalação ou repositórios, bem como várias empresas que também sinalizaram positivamente quanto a suas migrações para o LibreOffice, logo, nada mais natural acompanharmos tal ascensão.

Partimos rumo ao terceiro ano, com a ajuda de muitos colaboradores dedicados, parceiros que nos ajudam de alguma forma e dos leitores que sempre estão nos acompanhando. Um abraço a todos que ajudam a construir esta incrível publicação.

Faça o download gratuito da revista clicando AQUI

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O dia 22 de janeiro, os mass media e a vocação da unidade

Chiara Lubich sempre teve uma grande confiança nos meios de comunicação e nas novas tecnologias, considerando-as como instrumentos para difundir o ideal de um mundo unido, como você poderá acompanhar  no vídeo Comunicação e fraternidade (em italiano) publicado para a inauguração do novo site http://www.focolare.org.br. Hoje, a Chiara vai a nossa gratidão e a ela dedicamos este novo site internacional do Movimento.

O projeto de desenvolvimento durou mais de uma ano junto com muitas pessoas: com os focolarinos dos primeiros tempos; na redação com representantes de todas as várias realidades do Movimento; com os responsáveis da Obra no mundo, sem falar dos técnicos, gráficos, tradutores e consultores. Uma grande equipe que nos permitiu chegar até aqui, a quem agradecemos com todo o coração.

O fato de estar on line não significa que este site esteja “completo”, pelo contrário, sempre haverá ‘trabalho em andamento’. Uma entidade viva, em contínua construção e atualização com a contribuição de todos vocês. O seu objetivo: apresentar a vida do Movimento dos Focolares na sua unidade e diversidade.

Algunas novidades que vamos construir juntos:

4 palavras para conhecer e compreender o vasto mundo dos Focolares.

8 canais temáticos para ler os conteúdos do site de modo transversal, da economia à política, do esporte à educação, da comunicação à espiritualidade.

FocolariWorldwide: selecionando uma nação você poderá encontrar algumas informações úteis, como mapa, links, notícias, eventos e contatos.

Nas raízes: na Home Page um espaço para entrar diretamente na seção “Chiara Lubich – a fundadora”. A seção dedicada a Igino Giordani seguirá o mesmo modelo.

Espiritualidade. A “Palavra de Vida” é um dos conteúdos mais buscados no site atual. No novo portal ele será valorizado e enriquecido com experiências e material em multimídia, na versão original e na dedicada a crianças e adolescentes.

Linguagem visual: um grande “emotional banner”, fará a chamada para as notícias de atualidade. Molduras coloridas ao redor da cada conteúdo direcionam ao canal temático.

Material multimidiático: fotos, áudio e vídeo, estarão agrupados na “galeria de mídia”, com entrada direta da Home Page. As galerias fotográficas acompanham notícias e eventos específicos.

Web 2.0: o primeiro passo para a interatividade é o interesse. Com um simples “clik” poderemos compartilhar as notícias nas principais redes sociais (Fecebook, Twitter, Myspace, etc.).

Acesso direto para “crianças” e “teen”, com veste gráfica personalizada.

Interação com outros sites: um box que agrega notícias provenientes de outros sites dotados de Feed Rss (Cidade Nova, NetOne e outros).

Fonte: Site Internacional Focolares

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Multimídia & WWWeb 2.0: A Evolução da Internet e suas conexões

Oi pessoal, saudades disso aqui viu… Resolvi escrever sobre conexões motivada pela saudade das aulas de Tecnologia da Comunicação e Redes Interativas e também por aquela máxima que só damos valor ao que perdemos. Super verdade, pois vou iniciar o 5º semestre, não terei mais essa disciplina que tanto eu reclamava, porque eu achava um pouquinho difícil e técnica demais. Hoje confesso que apesar de ter tido um pouco de dificuldades, pude extrair bastante conhecimento, bastante coisa pra minha vida. TCRI vai deixar saudades… mas pra matar a falta, vou repassar um pouco do que aprendi nas aulas do Professor MsC. Emílio Arruda.

Vinte e poucos anos depois da criação de uma das ferramentas mais úteis, a internet foi tomando o papel de interligar pessoas, comunidades, países em rede que inicialmente não teria caráter comercial, mas como quase tudo nessa vida, houve uma pressão para que a internet se tornasse aberta para uso comercial.

Essas conexões que a internet nos permite hoje, possibilitam a navegação e interligação de países e informações que podem ser abertas em qualquer lugar do mundo a partir da sincronização de dados da web, e estes podem ser acessados de qualquer dispositivo conectado à rede e suas diversas formas de conexão.

A internet já passou por diversas fases e encontra-se em constante desenvolvimento, portanto podemos dizer que ainda vive período de infância tendo em vista que as evoluções que giram em torno desta ferramenta são aquecidas frequentemente com novidades diversas que não param de aparecer.

A vida nunca mais foi a mesma depois da invenção deste sistema, com isso foram adquiridos novos hábitos da vida moderna, novos acessórios tecnológicos que facilitam muito e nos entretem. Hoje em dia tudo gira em torno da internet, oportunidades de empregos,informação, relacionamentos, vida profissional, educação e etc. Criamos a necessidade de estar sempre conectados não importando se é do computador, celular, tablet e os outros diversos apetrechos tecnológicos que dispomos na atualidade.

Assim como a web evoluiu até esse ponto que estamos hoje, os tipos de conexão também evoluíram. O post de hoje nada mais é do que um túnel do tempo na história das conexões com a web.

Para acessar a rede, precisamos estar conectados (dãããã, Myla!!), mas você já parou pra pensar em todo o processo que as conexões passaram para nos permitir essa conexão quuuuuuase perfeita?

Bom, bem no comecinho da internet, nem tudo era perfeito e rápido. Era tudo via dial-up, ou seja, a conexão acontecia através de uma conexão discada, onde se utiliza um modem e uma linha telefônica fixa para acessar a rede. Apesar de ser relativamente barata, a qualidade não é das melhores. Constantes quedas de conexão e baixa qualidade de conexão, que ficam mais ou menos entre 56kpps, fora o fato de impossibilitar o uso da linha telefônica, pois a deixa com sinal de ocupado. Na rede dial-up, ou se conecta ou fala ao telefone, além do mais, a conexão muitas vezes é tarifada como uma ligação interurbana. O provedor da rede discada pode ser barata e até mesmo de graça, mas se você ficar por um longo período, pode ter um choque ao receber sua conta telefônica.

Depois da dial-up, veio a xDSL, que é um serviço oferecido também pela linha telefônica e a diferença entre a discada é a possibilidade de fazer ligações ao mesmo tempo em que navega na internet e também para chamadas de voz pelo pc. Um sinal não interfere no outro pela conversão de um sinal elétrico que trafega numa frequencia diferenciada entre voz, não causando interferências no outro, isso tudo desde que o pc possua placa de rede Ethernet.

O serviço xDSL também exige a contratação de um provedor de acesso web, já que a concessionária telefônica – por lei – não pode ser o provedor. Cada concessionária, dependendo da infra-estrutura que tiver instalada, pode oferecer diversas velocidades de acesso. No ADSL, por exemplo, a velocidade varia de 256 kbps a 8 mbps; o ADSL2 ou ADSL2+ vai 256 kbps até 24 Mbps; já o VDSL pode chegar a 52 Mbps e o VDSL2 até 100 Mbps. Apesar da popularidade desse tipo de acesso, ele não está disponível em todos os lugares.

O serviço xDSL tem uma característica importante: o compartilhamento da infra-estrutura. Por conta disso, se muito usuários estiverem usando o serviço em determinada região, ao mesmo tempo, a velocidade de acesso será mais baixa do que aquela que foi contratada. Por conta disso, as concessionárias deixam claro no contrato de serviço que garantem apenas 10% da velocidade nominal contratada.

Além disso, a conexão DSL é uma conexão chamada “assimétrica”. Ela oferece velocidade de download maior que a de upload, daí essa assimetria.

A conexão via cabo utiliza a mesma infraestrutura (cabo) do serviço de TV por assinatura, por onde trafegam, ao mesmo tempo, tanto o serviço de televisão quanto os dados de internet. Por isso, a oferta deste tipo de acesso está restrita às regiões onde também existe o serviço de TV paga via cabo.

Para esse acesso, exige um cable modem e um PC com placa ethernet. Um aparelho chamado splitter separa o sinal de TV dos dados da web, e o cable modem permite o acesso de seu PC à rede mundial. Uma das vantagens desse tipo de serviço é que a conexão com a web está permanentemente ativa; basta ligar o computador e sair navegando.

A internet via cabo possui velocidade estável e oferece vários limites de velocidade que variam de 128kpps a 24Mbps para download e upload, dependendo do limite que você contratou.

Pode-se optar pelo acesso via satélite, que apresenta disponibilidade de 99% do tempo por um ano e para utilizar, o usuário vai precisar de alguns hardwares, tais como antenas ou caixas externas(modens) e também precisa de um provedor web e as velocidades variam de 512kpps a 2mpps. A vantagem maior é a usabilidade, não importando onde você esteja, sempre terá acesso à internet e a cobertura é extendida por todo país.

Hoje em dia, uma das formas mais utilizadas de conexão à rede é justamente a via celular. Possuímos algumas conexões, celulares modernos que nos permitem estar conectados em redes 3G(satélite), mas infelizmente esse tipo de conexão ainda é muito lento em nosso país. Para o ano de 2011, as empresas de telefonia móvel, nos garantem a extensão da tecnologia e maior velocidade na transmissão de dados via celular. Atualmente, a velocidade de redes móveis varia de 50kpps a 800kpps, mas no caso de tecnologia CDMA a velocidade pode alcançar 2mpps.

Uma das conexões mais queridas nos dias atuais é a via rádio, ou wi-fi. O ponto alto dessa conexão é a mobilidade aliada à velocidade. Levar internet de um ponto à um ou vários outros pontos. É adotada por empresas, residências em geral, que possuem mais de uma máquina conectada. Para a implementação infraestrutural, necessita de um ponto de entrega de serviço de internet que pode ser via cabo, satélite, xDSL, um modem compatível(router), e antenas receptoras de rede sem fio para a captação do sinal.

Se a conexão for de uma velocidade elevada, este compartilhamento torna-se muito compensador e podem usufruir de conexão permanentemente boa e de baixo custo tanto de instalação quanto de manutenção. Se muita gente utilizar serviços de download ao mesmo tempo, pode prejudicar a qualidade de conexão.

Da forma em que a internet e os tipos de conexão evoluem, futuramente teremos mais uma possibilidade inovadora de conexão à rede, desta vez usaremos a internet através da luz.

Um sistema denomidado LVX, desenvolvido pelo norte-americano John Pederson permite o envio de informações através de um conjunto de LED’s para um tipo especial de modem ligado ao computador. Este modem recebe o sinal através de um sensor e permite acesso a internet muito semelhante ao acesso via wi-fi.

A primeira versão dessa tecnologia, permite velocidade de até 3 megabits por segundo. A conexão via LED já em funcionamento em localidade de St. Cloud e dará internet a edifícios municipais da cidade.

De acordo com a Associated Press, este modelo de conexão vem complementar as ligações de rede sem fio, ao mesmo tempo em que permite liberar o espectro de rádio neste tipo de ligação cada vez mais preenchido por redes wi-fi.

Mais uma vez a tecnologia a nosso favor, cabe a nós sabermos utilizar tudo isso da forma correta, com sabedoria e responsabilidade.

Referências:

http://sol.sapo.pt/inicio/Tecnologia/Interior.aspx?content_id=7903

http://pcworld.uol.com.br/reportagens/2008/01/18/conheca-os-diferentes-tipos-de-conexao-a-internet/paginador/pagina_2

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