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Política de Humanização em Hospitais Públicos: Uma oportunidade de “ver” e “fazer” Relações Públicas

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Oferecer atendimento de qualidade utilizando os avanços tecnológicos, sabendo sempre acolher, ouvir e respeitar o outro, principalmente trazer a melhoria da qualidade do trabalho dos profissionais de saúde é o que busca o Plano Nacional de Humanização do SUS.

Núcleos de humanização aos poucos estão sendo implantados nos hospitais e a demanda por profissionais de RP é crescente para realizar trabalhos que vão além da consolidação da imagem, planejamento de ações de marketing e relacionamento, tratando de manter sempre a informação ao alcance de todos e ser sempre transparente faz toda a diferença frente a um processo de humanização onde o mais importante é criar laços e estreitar cada vez mais a confiança do público com o trabalho da organização.

A atuação do profissional no projeto de humanização se aliada a boas estratégias tem tudo para dar certo, os profissionais da saúde trabalharão em um ambiente seguro, participando, dando sugestões e elogios que sempre são monitorados pelo RP afim de aplicar sempre as ideias produtivas, ampliando também o diálogo e a aproximação dos mais diversos setores dentro do hospital.

Unir comunicação interna e trabalhar RH para diminuir fragmentação e verticalização dos processos de trabalho que enfraquecem as relações no ambiente de trabalho  somam uma série de fatores importantes dentro deste reposicionamento de ideias e comportamento, principalmente por se tratar de um serviço público de saúde, que muitas vezes tem a imagem arranhada em termos de serviço no país e esta reconquista precisa ser feita e o profissional mais indicado para atuar nesta questão é o Relações Públicas, pois reúne ferramentas necessárias para resolver crises e evitá-las também por ter entre as suas principais características a visão além do ser humano, a sensibilidade para perceber oportunidades, dimensões sociais e subjetivas, o que e onde mudar, pois detém de técnicas apropriadas para alinhar o trabalho colaborativo e de valorização profissional, colocando sempre as estratégias que melhor se adequem a cada caso.

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Escolhendo uma área dentro da sua profissão

Post originalmente publicado no Blog Pyrsona Brand House em parceria com @Calazans

 

Essas dicas são para quem já está cursando comunicação. Lá pelo 5º semestre você começa a se perguntar (ou já está se perguntando) em que área atuar dentro da sua profissão.

Costumo dizer que profissão é igual futebol. O jogador precisa escolher em qual posição vai jogar, mesmo aqueles que jogam bem em todas as posições escolhem uma ou umas para atuar. Na comunicação não é diferente, na minha área (publicidade), por exemplo, existem varias outras segmentações para atuar, como redação publicitária ou atendimento.

Não é uma tarefa fácil escolher uma segmentação, também não há formula pronta para isso, mas eu vou dar umas dicas que aprendi na marra depois de passar por vários estágios antes de descobrir o que realmente queria fazer.

Escolhendo o que você não quer fazer.

Sei que é difícil escolher uma segmentação quando se tem várias opções, foi assim comigo e acredito que deve ser assim com muita gente. A primeira coisa que aprendi foi o que eu não queria fazer da minha vida. Eu não queria nada em que eu tivesse que usar corel draw, photoshop, illustrator e outros softwares de edição e vetorização de imagens.

Cheguei a essa conclusão quando tive que estagiar em uma cooperativa de crédito e lá eu tinha que ser o designer/ilustrador/arte finalista. Quando me candidatei à vaga eu achava que as experiências que havia tido na universidade eram o suficiente para me tornar um. No dia-a- dia do trampo eu me irritava, não com o trabalho,  mas com a exigência que a função me pedia e que eu não tinha o fascínio em aprender.

Ao sair do estágio separei uma lista de coisas em que eu não tinha habilidade ou que não me causavam interesse e comecei a pesquisar sobre as áreas que necessitavam dessas características e fui descartando da minha lista, mesmo que isso significasse ficar um bom tempo sem estágio por não haver vagas na área que eu queria.

Amigos e família são para falar na cara.

Amigos e família o conhecem muito bem, então que tal perguntar a eles quais são seus defeitos e qualidades?

Sei que parece óbvio dar essa dica, mas você irá se surpreender com as respostas deles. Coisas que você nem imagina que pensam sobre você irá surgir, assim como as que você já está careca de saber. Isso ajuda na hora de escolher áreas que exigem, digamos “habilidade humana”. Características como ser simpático, prestativo, paciente… são fundamentais em publicidade para ser um bom atendimento. E foi naquele momento eu descobri que não era.

Amigos de faculdade e professores também são para falar na cara.

Não adianta, você vai ter que mostrar o que sabe fazer pra essa gente. É igual ao que foi dito na dica acima só que dessa vez é preciso mostrar as suas produções acadêmicas ou trabalhos se você já fez algum.

Essas pessoas vivem o dia-a-dia do curso e da profissão por isso saberão dar a opinião que você precisa. Faça um filtro antes. Escolha aqueles que você considera os melhores, com opiniões relevantes nas discussões em sala de aula, professores que trabalham na área e não só dão aula.

Não é porque você não sabe ou não tem que não poderá ser um dia.

Você não será diagramador, assessor de imprensa ou a área que escolher pro resto da sua vida. As pessoas mudam, as profissões mudam e você não vai ficar sendo a mesma pessoa sempre. Se hoje você não tem um conhecimento específico ou habilidade para uma determinada função não quer dizer que daqui a algum tempo não terá. Há dez anos a profissão de analista de mídias sociais não existia, portanto estudar sobre o mercado local e global, sobre a evolução de nossas profissões, bater um papo com seus professores e profissionais que já estão atuando na área pode ajudar na tomada da decisão.

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